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ACESSO GRATUITO ÀS NRS ATUALIZADAS

Postado 1 week, 1 day antes às 14:05.

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O STRESS DO EPI

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O STRESS DO EPI

70% dos acidentes industriais são decorrentes do stress: falta de atenção, cansaço, desmotivação. Segundo um Estudo, 40% das pessoas pedem demissão ou são demitidas porque estão estressadas com o trabalho. Além disso, uma rotatividade elevada de pessoal acarreta custos para as organizações em torno de 5 a 30 mil reais para um funcionário de nível médio (dados baseados em projeções da Soc. Americana do Stress). O problema custa às indústrias dos Estados Unidos cerca de US$ 300 bilhões por ano.

Um dos fatores stressantes relatados pelos trabalhadores é o uso do próprio EPI (“o epi atrapalha”, “incomoda”, “dá dor de cabeça”, “incham os pés”, “dá cãimbra”, “eu não preciso de epi, já estou acostumado sem ele”, são frases ouvidas de trabalhadores). Assim, é preciso reduzir não só o stress produzido pelo trabalho mas pelo próprio uso do EPI.

O PROBLEMA COMEÇA NA ADMISSÃO

Um dos incidentes de trabalho mais comuns na admissão de um trabalhador é verificar que ele não está acostumado a usar o EPI indicado para a sua tarefa. Se ele é qualificado e a empresa precisa do seus serviços, aumenta o dilema do técnico encarregado de sua admissão. Esta situação vai se tornando crítica na medida em que trabalhadores qualificados são escassos no mercado de trabalho mas muitos deles são egressos de empresas com baixo nível de cultura em segurança. Quando ele é obrigado a utilizar o EPI, pode ocorrer um conflito entre as exigências na nova empresa e a resistência do trabalhador ao EPI. Introduz-se um fator extra de stress que é preciso ser avaliado pelos Técnicos antes que ele inicie as suas atividades.

Postado 1 week, 6 days antes às 13:55.

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DIÁLOGOS CRÍTICOS EM SST


 Existem algumas situações em SST que geram comentários chatos de serem feitos, mas necessários. Um grande percentual (93%) dos empregados diz que já passou por um desses cinco “incidentes esperando para acontecer” e que gerou um desses diálogos críticos. De fato, aproximadamente metade sabe de um acidente ou morte causado por esses perigos no trabalho.

Por exemplo: não repor estoque de epi, não verificar a data de vencimento de um extintor, esquecer de repor uma proteção de máquina durante uma manutenção, etc., alegando-se excesso de tarefas e falta de tempo.

Postado 2 weeks antes às 22:36.

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CHECK LIST PARA UM PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE MÃOS (PPM)


Você e seus supervisores sabem quais as áreas da empresa onde ocorrem os mais graves acidentes com as mãos. Amputações podem ocorrer em acidentes com equipamentos que não foram protegidos corretamente. Áreas de engates são zonas perigosas.

Todas as tragédias clássicas no trabalho quando mãos e dedos estão envolvidas acabam em uma máquina. A máquina sempre vence. Seria possível evitar as lesões? Absolutamente.  Entretanto, décadas depois, nós ainda estamos tendo o mesmo tipo de lesões. O que deu errado?

Falha no acompanhamento dos problemas, em sua grande maioria, talvez. Após uma lesão como uma mão amassada, todos os papéis são preenchidos, o empregado recebe assistência médica., etc. O acidente é amplamente discutido, revisado por uma comissão de segurança, e recomendações gerais e específicas são feitas. Tudo isso vai ficando para trás…. até o próximo acidente!

Postado 2 weeks antes às 22:34.

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10 QUESTÕES SOBRE O USO DO CAPACETE

 

Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da empresa fabricante, o lote de fabricação e o número do CA, ou, no caso de EPI importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA.

O fabricante do capacete é responsável pelos testes e os componentes primários (casco e suspensão) são testados como uma unidade, para satisfazer os parâmetros. Não se deve intercambiar suspensões e cascos de fabricantes diferentes visto que eles não são testados para garantir conformação com os parâmetros e porisso não poderão ser certificados.

Postado 2 weeks antes às 22:32.

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USANDO A LUVA DE SEGURANÇA ADEQUADA

Os ambientes de trabalho podem criar vários riscos para as mãos, seja de origem química, cortes ou queimaduras. Nenhuma luva pode simplesmente prover uma proteção adequada em qualquer situação de trabalho, portanto, é importante avaliar o risco inerente a cada tarefa, e assim selecionar uma luva que exerça uma proteção especializada.

Alguns estudos demonstram que as empresas que compram e fornecem EPIs para os seus trabalhadores, geralmente exigem o seu uso. Entretanto, um dos pontos críticos é geralmente a falta de treinamento para o uso específico de cada EPI.

Postado 2 weeks antes às 22:26.

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(NRs-11, 12, 18) ANALISANDO ACIDENTES COM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS

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Os últimos acidentes de trabalho em obras da Copa-2014 e em uma grande autopista no Rio de Janeiro, trazem à discussão  uma das atividades de maior risco em segurança no trabalho: o transporte de cargas ou a circulação de equipamentos para transporte de cargas. Essas atividades envolvem diversas variáveis de risco, como a carga, o equipamento transportador e os operadores, além de condições climáticas e do piso onde se desenrola a operação. Tais acidentes acabam gerando outros transtornos e acidentes secundários, como interdição de pistas, do tráfego público, incêndios, problemas ambientais e paralisação de obra. Além disso ocasionam enormes prejuízos incluindo danos patrimoniais e sobretudo a vida de trabalhadores. Na maioria dos casos analistas apontam a falta de planejamento e de supervisão como as principais causas originárias.

Em um Estudo publicado na Internet, o Eng de Segurança Francisco Navarro, da UFF, analisa a questão de forma sistemática estabelecendo categorias de problemas, os riscos associados e uma estatística de causas principais de acidentes observada em um determinado número de ocorrências.

Selecionamos apenas 3 exemplos de categorias, provavelmente as mais comuns, podendo-se buscar os demais resultados do Estudo no link abaixo da tabela. A fim de sumarizar alguns achados do Estudo do Prof. Navarro, elaboramos uma Tabela com 3 variáveis: 1) a categoria do problema; 2) o risco associado; e 3) uma estatística relacionada às ocorrências, com os dados do Estudo:

ACIDENTES COM TRANSPORTE DE CARGAS (fotos do Estudo)

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CATEGORIA 1

RISCO

DIMENSIONAMENTO
DOS EQUIPAMENTOS

Dimensionamento inadequado do
equipamento de movimentação de carga

ESTATÍSTICA (em 385 ocorrências)

01 Falta de Inspeção completa do equip e seus acessórios 90%
02 Equipamento inapropriado para a carga a ser transportada 85%
03 Capacidade dos acessórios e cabos (subavaliada) 75%
04 Existência de obstáculos 65%
05 Capacidade de carga do terreno (subavaliada) 50%
06 Inabilidade do Operador 50%
07 Geometria da peça (exigência de equipamentos auxiliares) 45%
08 Características do terreno 40%
09 Condições ambientais adversas (chuva e vento) 35%
10 Local inapropriado 35%
11 Falha estrutural do equipamento 25%
12 Dimensões e Pesos das Cargas 20%
13 Acessibilidade do equipamento e da carga 20%
14 Falta de um adequado isolamento da área 15%

 

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CATEGORIA 2

RISCO

ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES

Queda das cargas ou acidentes
envolvendo os trabalhadores

ESTATÍSTICA (em 270 ocorrências)

01 Características das cargas (principalmente em sua geometria) 95%
02 Passagem de equipamentos nas proximidades 90%
03 Trajeto apresentando obstáculos e interferências 85%
04 Dificuldade de manuseio de cargas (pontos de pega inadequados) 80%
05 Falta de um adequado isolamento da área 80%
06 Transposição de obstáculos (tanto de altura como no mesmo nível) 75%
07 Cargas com excesso de umidade ou de óleo 65%
08 Deficiência de nivelamento ou de obstáculos no piso 55%
09 Peso excessivo ou concentrado de cargas 45%
10 Imperícia ou imprudência do trabalhador 45%
11 Excesso de pessoas no entorno da operação de transporte 35%
12 Falta de sinalização adequada 35%
13 Cargas com extremidades agudas 35%

 

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CATEGORIA 3

RISCO

TOMBAMENTO DO
VEÍCULO TRANSPORTADOR

Tombamento do equipamento de guindar/transportar
(condições do terreno)

ESTATÍSTICA (em 420 ocorrências)

01 Obstáculos ou obstruções nas vias 95%
02 Desníveis existentes nas vias 90%
03 Obstruções nas passagens (viadutos e passarelas mais baixas) 85%
04 Capacidade do piso 70%
05 Inadequação do piso ao tipo de transporte 65%
06 Contenção do terreno 40%
07 Falha na estiva por onde transitavam os veículos 35%
08 Falta de planejamento da atividade 30%
09 Rompimento de sapatas de distribuição da carga no veículo 20%
10 Falhas mecânicas 5%

 

Mencionamos outras categorias citadas pelo autor cujos detalhes podem ser acessados no link ao final (fonte):

ROMPIMENTO DOS PONTOS DE PEGA
QUEDA DOS MATERIAIS TRANSPORTADOS
ARRUMAÇÃO OU DISPOSIÇÃO DAS CARGAS
ROMPIMENTO DO CABO OU CINTA DA CARGA

Fonte: Engo. Antonio Fernando Navarro (slideshare)

AS NRs

Selecionamos alguns itens de NRs correlacionados ao tema, os quais orientam empresas e trabalhadores na prevenção de acidentes com transporte de cargas. Observe que esses itens contemplam praticamente todas as ocorrências mencionadas no Estudo relacionadas a esse tipo de acidente. Daí a importância de não somente conhecer mas manusear as NRs de forma correta e prática para a sua efetiva aplicação e não apenas consulta.

No site NRFACIL cada NR encontra-se em uma pasta, sendo possível acessar todo o texto ou selecionar itens da NR através de um índice remissivo. Acesse no site a pasta da NR mencionada e veja o texto correspondente aos destaques do remissivo. A seguir, colocamos infográficos de algumas NRs como exemplos.

A primeira NR selecionada (abaixo) é a NR-11 (TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, MANUSEIO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS) e no Remissivo escolhemos o item que estabelece principalmente regras de segurança para os cabos de aço, roldanas, correntes e ganchos. Nos acidentes em estádios da copa, atribui-se grande parte das falhas a esses itens dos equipamentos. Acesse o texto completo no site (www.nrfacil.com.br).

nr11

A segunda NR que selecionamos (abaixo) é a 12 (MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS). Observe o item em destaque do Remissivo (Aspectos Ergonômicos). Este item acrescenta mais detalhes à NR-17 (Ergonomia) no que diz respeito às condições para favorecer a confiabilidade das operações com redução de probabilidade de falhas. No acidente do Itaquerão, destacou-se que um TST havia alertado que a operação não iria ser confiável em função da instabilidade do terreno. Acesse a NR no site e leia o texto completo.

nr12

A terceira e última NR que escolhemos é a 18 (PCMAT) com  a seleção do item Treinamento, aspecto indispensável na prevenção de qualquer tipo de acidente, especialmente os ocorridos no transporte e movimentação de cargas. O treinamento deve ser previsto não só para o início de cada fase da obra mas sempre que se tornar necessário. No acidente da autopista no Rio de Janeiro, tudo indica que o operador não recebeu treinamento adequado para a prevenção de uma ocorrência mecânica no veículo. O Estudo do Prof. Navarro enfatiza exatamente a falta de planejamento e supervisão, que só pode ser viabilizado com um adequado treinamento dos trabalhadores nas suas diversas funções:

nr18

Acesse no site as pastas das NRs e navegue pelo Remissivo, procurando os itens correlatos ao assunto. Você tambem pode acessar pastas de outras NRs que certamente estarão relacionadas bastando abrir a pasta e selecionar no Remissivo o item desejado. Apenas o texto do item selecionado será projetado, não sendo necessário ter que procurar em toda a NR.

Finalmente, agradecemos a autorização do Prof. Navarro para a publicação de parte do seu Estudo neste Blog.

Boa leitura!

Samuel

Rodape

Postado 7 months, 3 weeks antes às 14:13.

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