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	<title>Blog NRFACIL</title>
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	<description>o Blog das NRs Inteligentes</description>
	<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:36:51 +0000</pubDate>
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		<title>(NR-22) ACIDENTE NO CHILE: FALTOU UMA ESCADA DE EMERGÊNCIA</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 04:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[08 EDIFICAÇÕES]]></category>

		<category><![CDATA[22 MINERACAO]]></category>

		<category><![CDATA[33 CONFINADOS]]></category>

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		<description><![CDATA[ionline.pt



O acidente no Chile é uma boa oportunidade para estudarmos a NR-22-Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração, cujo principal objetivo é tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento da atividade mineira com a busca permanente da segurança e da saúde dos trabalhadores. Para isso, a NR-22 tem um PPRA próprio: o PGR, que deve tambem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><em><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/acidenteionlinept.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2131" title="acidenteionlinept" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/acidenteionlinept.jpg" alt="acidenteionlinept" width="590" height="392" /></a><span style="font-style: normal;">ionline.pt</span></em></span></span></p>
<p lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: x-small; "><em></em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><em></em></span></p>
<p><em></em></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><em>O acidente no Chile é uma boa oportunidade para estudarmos a <strong>NR-22-Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração</strong></em><em>, cujo principal objetivo é tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento da atividade mineira com a busca permanente da segurança e da saúde dos trabalhadores. Para isso, a NR-22 tem um PPRA próprio: o PGR, que deve tambem estar articulado à cipa da mineração - A CIPAMIN.</em></span></span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><em> Recomendamos a leitura da seção NR-22.10 (veja a versão digital da NR-22 em <a href="http://www.nrfacil.com.br/showNr.php?sess_id=b6d767d2f8ed5d21a44b0e5886680cb9">www.nrfacil.com.b</a></em><em>r) que trata de escadas nesses locais de trabalho. Ao que tudo indica, a inexistência de uma simples escada de emergência acabou retardando o resgate dos trabalhadores no local do desabamento neste acidente no Chile. </em></span></span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><em>Um outro aspecto deste caso é a necessidade de abordagem de acidentes de trabalho ainda durante o acidente. O acidente ainda não acabou e as medidas empregadas a partir de agora visam a garantia da sobrevivência dos trabalhadores que ainda estão vivendo o acidente. </em></span></span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><em>Segundo um engenheiro especialista, houve uma regra básica desrespeitada em mineração neste caso: é obrigatório que toda mina tenha mais de um acesso, justamente para haver alternativa em caso de acidentes.</em></span></span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><em>A Mina já registrara mais de 80 acidentes e em 2007 houve uma interdição por falta de condições de segurança. E o responsável pela liberação da interdição agora admite que não tinha conhecimento dos problemas que ela apresentava. </em></span></span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><em>No Brasil, auditores fiscais podem interditar ambientes de trabalho e máquinas. Mas o levantamento da interdição pode ser feito pelo Delegado (ou Superintendente) Regional do Trabalho, mesmo contra a opinião dos Auditores.</em></span></span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><em>Veja abaixo trechos de publicações de jornais (Folha de São Paulo, Veja, Zero Hora) e blogs sobre o assunto, incluindo opiniões de especialistas.</em></span></span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><br />
</em></span></span></p>
<h4><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/acidenteionlinept1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2132" title="acidenteionlinept1" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/acidenteionlinept1-300x169.jpg" alt="acidenteionlinept1" width="300" height="169" /></a>O ACIDENTE</h4>
<p style="text-align: justify; "><strong>No dia 5 de agosto, um desmoronamento interrompeu a saída de uma mina de ouro e cobre no Chile.  Um grupo de trabalhadores que estavam acima do ponto de deslizamento conseguiu sair. Outros 33 ficaram presos sob o bloqueio de rochas e durante quase 3 semanas não se soube se estavam vivos. Trata-se de uma Mina com 800 metros de profundidade e não possuía iluminação e ventilação adequadas. Minas semelhantes dispõem de elevadores rápidos para o escoamento da produção e dos próprios trabalhadores.</strong></p>
<p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> </span></span></span></p>
<p><strong>ACIDENTES EM MINAS</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Uma mina é um sistema composto por acessos às zonas onde se encontra o minério que se pretende extrair. Um refúgio é uma estrutura, normalmente metálica, de elevada resistência mecânica, que é colocada numa cavidade ao lado destas vias de circulação. No caso da mina chilena, a zona de refúgio tem 40 metros quadrados, mas há a zona de circulação onde os mineiros podem estar, com uma extensão de dois quilómetros.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Os piores acidentes de trabalho na Mineração ocorrem geralmente em minas de extração de carvão, por causa da concentração, em seus túneis, de gás metano, altamente inflamável. A ocorrência de explosões nas minas de carvão sempre faz um número alto de vítimas.</strong></p>
<h4>A SEGURANÇA - O PROBLEMA CRÍTICO DE UMA SIMPLES ESCADA</h4>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O governo do Chile afirmou que os 33 trabalhadores presos dentro da mina poderiam ter escapado durante as 48 horas após o primeiro desmoronamento de terra.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Isso não aconteceu, porém, por falta de uma escada de emergência no duto de ventilação principal do túnel. Deslizamentos posteriores fecharam esse acesso potencial.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O resgate dos 33 mineiros presos há quase 1 mês deve levar meses. Isolados a 700 metros de profundidade, eles preparam-se para um dos mais longos resgates subterrâneos já registrados. </span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/resgatechile.jpeg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2142" title="resgatechile" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/resgatechile-300x200.jpg" alt="resgatechile" width="300" height="200" /></a>ESCAVAÇÕES</strong></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Equipes de resgate conseguiram cavar um segundo buraco para manter contato com os trabalhadores. O novo buraco escavado também será usado para manter a ventilação Uma terceira sonda se aproxima da galeria na qual os mineradores estão, o que permitirá melhorar a comunicação e as condições em que se encontram.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Andrés Sougarret, que dirige as perfurações, confirmou que uma terceira sonda se aproxima da galeria na qual os mineradores estão, o que permitirá melhorar a comunicação com eles e as condições em que se encontram.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">&#8220;Agora vamos poder dividir as funções. A primeira sonda vai ser para a entrega de alimentos. A segunda vai ser para nos comunicar-nos permanentemente e queremos que a terceira nos permita melhorar a ventilação&#8221;, explicou.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Engenheiros também trabalharam para aprimorar a primeira passagem aberta, reforçando as paredes e usando um gel metálico que reduz o risco de rochas bloquearem o caminho.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR">
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>RESPONSÁVEIS</strong></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, anunciou que pedirá ao Conselho de Defesa do Estado (CDE), que empreenda ações judiciais para recuperar as despesas que o governo teve na busca e resgate dos operários presos na mina. Os donos da jazida pensam em declarar falência e pedir que o governo se responsabilize pelos salários dos trabalhadores.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O governo, segundo Hinzpeter, tomará parte nas ações judiciais empreendidas pelo Ministério Público e fará todos os esforços para que os proprietários da mina assumam suas responsabilidades.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR">
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">&#8220;Não vamos deixar nenhum flanco aberto em matéria legal&#8221;, disse ele, criticando a atitude dos donos.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Enquanto os mineiros não vêm a luz ao fundo do túnel, o primeiro processo contra a empresa, foi aberto. Por agora um juiz ordenou que a Esteban Mining Company retenha, por antecipação, 1 milhão e oitocentos mil dólares.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR">
<p style="text-align: justify; "><em><strong>A empresa San Esteban é acusada de não ter advertido as autoridades imediatamente após o acidente, de não respeitar as regras de segurança e de não pagar o seguro dos mineiros.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify; "><em><strong>Os investigadores vão também apurar como é que a mina onde se registraram mais de 80 acidentes, um dos quais fatal, foi reaberta em 2008, sem contar com uma saída de emergência.</strong></em></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="font-size: x-small; "><span style="font-size: x-small; "><br />
</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/acidenteminaeditioncnncom.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2144" title="acidenteminaeditioncnncom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/acidenteminaeditioncnncom-300x168.jpg" alt="acidenteminaeditioncnncom" width="300" height="168" /></a>SOBREVIVÊNCIA</strong></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Após sobreviverem dividindo pequenas porções de comida e água que tinham dentro da mina, os homens receberam tabletes de glicose e reidratação para recuperar o sistema digestivo. Cápsulas de oxigênio também foram enviadas pelo buraco de cerca de 15 centímetros de diâmetro, e devem ajudar os mineiros a suportar as condições úmidas e quentes da mina.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">De acordo com informações divulgadas pela senadora Isabel Allende, que teve acesso às fichas dos médicos que trabalham na operação de resgate, os 33 homens sobreviveram até este momento com &#8220;duas colheres de atum e meio copo de leite a cada dois dias&#8221;.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Depois que seus estômagos tiverem se ajustado, eles devem passar a receber alimentos, segundo Paola Neuman, da equipes médicas de resgate. Ontem, os homens disseram que estão &#8220;com fome, mas passam bem&#8221;, e pediram que fossem enviadas escovas de dente.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">As equipes dizem que manter os mineiros informados e ocupados &#8220;faz parte do plano&#8221;. &#8220;Eles precisam entender o que está acontecendo na superfície, e saber que levará várias semanas para que eles sejam resgatados&#8221;, disse o ministro da Saúde, Jaime Manalich.</span></span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os homens vivem em uma câmara que ficou aberta depois que a mina ruiu. O espaço é suficiente para que eles consigam caminhar. A temperatura no local é de entre 32 e 34 graus.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Paralelamente, os médicos se encarregarão da recuperação física e os psicólogos e psiquiatras darão apoio emocional para que os mineradores suportem o estresse.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
<h1 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><em>MAIS ESFORÇOS PARA O RESGATE</em></span></span></span></h1>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: large; ">Após descobrir que os 33 mineiros isolados há 18 dias na mina de San José, na cidade de Atacama, estão vivos, o governo chileno intensificou os trabalhos para alimentar e garantir a saúde dos trabalhadores até que as equipes consigam chegar até eles.</span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: large; ">Os mineiros já vão poder falar neste domingo com as famílias, através de uma espécie de telefone que os comunica diretamente com o exterior, ao mesmo tempo em que na superfície se ajustavam os últimos detalhes para iniciar a perfuração que permitirá o resgate.</span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">
<p>Pelo duto que comunica os mineiros ao exterior, além de alimentos e água, serão enviados nos próximos dias vários aparelhos para entretê-los, como sistemas de áudio mp3, um projetor compacto para vídeos - com gravações de partidas de futebol - e jogos de dados.</p>
<p>Está previsto um envio de roupas especiais para que suportem melhor a umidade, um dos principais problemas dos mineiros no interior da jazida. Receberão, ainda, colchões infláveis.</p>
<p>Desde sábado, e de forma intermitente, está sendo enviado a eles ar fresco e seco através de outro duto habilitado.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: large; ">É na máquina Strata 950 - uma perfuradora gigante de fabricação italiana - que autoridades, famílias e jornalistas no local depositam as esperanças. Deve escavar uns 702 metros em linha reta, até atingir o refúgio em um processo que pode durar entre três e quatro meses.</span></p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: large; "><br />
</span></p>
<h4><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/maquiavelenciasblogspotcom1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2146" title="maquiavelenciasblogspotcom1" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/maquiavelenciasblogspotcom1-150x150.jpg" alt="maquiavelenciasblogspotcom1" width="150" height="150" /></a>ACIDENTE E SAÚDE MENTAL</h4>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Estima-se que os mineiros precisarão suportar o isolamento por até quatro meses, o que tem levado especialistas a ponderar sobre a saúde mental.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong> </span></span></span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Por meio de tubos de plástico será enviado o necessário aos mineiros que permanecem na parte mais profunda da jazida. As equipes estimam que os mineiros tenham perdido peso nas últimas duas semanas e por isso os primeiros alimentos devem ser um gel concentrado com glicose para alimentá-los rapidamente.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong> </span></span></span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Além dos esforços em torno do canal de ligação entre a superfície e o interior da mina e o envio de alimentos, o governo do Chile já se atentou para a necessidade de garantir o bem estar mental dos trabalhadores que terão de suportar muitas semanas até que o resgate seja efetuado.</span></span></span></span></h5>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong> </span></span></span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Uma equipe de médicos e especialistas psiquiátricos chegou ao local na segunda-feira, colocando em prática um plano para buscar garantir a sanidade mental dos trabalhadores.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong> </span></span></span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Os psiquiatras pretendem enviar questionários para determinar as condições de cada mineiro, assim como remédios e pequenos microfones para permitir que eles falem com suas famílias durante sua longa espera.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><strong><br />
</strong> </span></span></span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">O líder das equipes de resgate, Andre Sougarret, disse que os equipamentos de comunicação podem começar a funcionar dentro de algumas horas, e que os oficiais envolvidos na operação já começaram a organizar as famílias em pequenos grupos para que tudo ocorra da maneira mais ordenada possível.</span></span></span></span></h5>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">ATIVIDADES</span></span></span></h5>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">O ministro de Saúde disse ainda que será importante manter os mineiros ocupados durante o tempo de espera.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">&#8220;Precisa haver o estabelecimento de uma liderança, dar apoio e prepará-los para o que está por vir, o que não é nada fácil&#8221;, disse.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">A euforia após as notícias de que os 33 trabalhadores estavam vivos trouxe uma nova fase para a ansiedade e esperança das famílias.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">&#8220;Nós não dormimos. Ficamos acordados a noite toda esperando mais notícias. Eles nos disseram que novas imagens seriam obtidas, e por isso nem dormimos, aguardando&#8221;, disse Carolina Godoy.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">ESPERANÇAS</span></span></span></h5>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Os mineiros chilenos já estão presos há quase o mesmo tempo que alguns trabalhadores que passaram por situação semelhante nos últimos anos.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Em 2009 três mineiros sobreviveram por 25 dias isolados numa mina inundada no sul da China. Já no nordeste da China dois mineiros foram resgatados com vida após 23 dias de espera em 1983.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Poucos resgates duraram mais de duas semanas na história recente de acidentes similares.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">&#8220;A sobrevivência dos mineiros após 17 dias é algo muito incomum, mas já que eles chegaram até aqui, é provável que cheguem bem à superfície&#8221;, disse Davitt McAtteer, que foi secretário-assistente de segurança e saúde em minas dos EUA durante o governo de Bill Clinton.</span></span></span></span></h5>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">&#8220;Os riscos de saúde numa mina de cobre e ouro são relativamente pequenos se você tem acesso a ar puro, alimentos e água&#8221;, complementou.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">McAteer disse ainda que o stress após um longo período de espera pode ser um dos principais obstáculos.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">&#8220;Há um padrão psicológico que já observamos&#8221; neste tipo de situação, disse. No entanto, o estabelecimento de uma linha de comunicação com os trabalhadores significa que psicólogos e psiquiatras podem &#8220;guiá-los neste processo&#8221;, afirmou McAteer.</span></span></span></span></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><em>Edição: Prof. Samuel Gueiros, Med Trab</em></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;"><strong>Leia outros posts deste blog:</strong></span></span></span></span></p>
<h5><em><br />
</em></h5>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><em><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1351">Roteiro para uma Investigação de Acidente de Trabalho</a></em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><em><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1378">Roteiro para uma Investigação de Acidente de Trabalho - Parte 2</a></em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><em><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1688">Lições de um Acidente no primeiro dia de trabalho</a></em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><em><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=2049">Alarme estava desligado no acidente da BP</a></em></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: small; "><em><br />
</em></span></span></p>
<p class="western">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><em></em></p>
<p style="text-align: justify; "><em></em></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">
<p class="western" style="text-align: justify; " lang="pt-BR">
<p class="western" style="text-align: justify; ">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NRs 6, 12 e 17: CHECK LIST DE SEGURANÇA PARA MÃOS</title>
		<link>http://nrfacil.com.br/blog/?p=2077</link>
		<comments>http://nrfacil.com.br/blog/?p=2077#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 21:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[05 CIPA]]></category>

		<category><![CDATA[06 EPI]]></category>

		<category><![CDATA[12 MAQ EQUIP]]></category>

		<category><![CDATA[17 ERGONOMIA]]></category>

		<category><![CDATA[ERGONOMIA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nrfacil.com.br/blog/?p=2077</guid>
		<description><![CDATA[
netmultibusca.com.br
 
ohsonline.com/articles/2010/08/01/foundations-of-hand-protection.aspx
Tradução livre para o Blog NRFACIL – Prof. Samuel Gueiros, Med Trab
Após a leitura da tradução abaixo, recomendamos revisar as NR-6, NR-12 e NR-17 que tratam da proteção e adaptação ao trabalho, bem como da proteção de máquinas. É importante salientar que o uso do EPI deve ser utilizado somente quando as medidas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/maosnetmultibuscacombr.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2089" title="maosnetmultibuscacombr" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/maosnetmultibuscacombr.jpg" alt="maosnetmultibuscacombr" width="400" height="411" /></a></h4>
<h4 style="text-align: center; "><span style="font-weight: normal;">netmultibusca.com.br</span></h4>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><a href="http://ohsonline.com/articles/2010/08/01/foundations-of-hand-protection.aspx">ohsonline.com/articles/2010/08/01/foundations-of-hand-protection.aspx</a><br />
<em>Tradução livre para o Blog NRFACIL – Prof. Samuel Gueiros, Med Trab</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><em><strong>Após a leitura da tradução abaixo, recomendamos revisar as NR-6, NR-12 e NR-17 que tratam da proteção e adaptação ao trabalho, bem como da proteção de máquinas. É importante salientar que o uso do EPI deve ser utilizado somente quando as medidas de proteção coletiva tiverem sido esgotadas. Cabe ao SESMT (NR-4) e a CIPA (NR-5) especificamente a orientação nesse processo. Quanto à NR-12 há uma ênfase nos cuidados para a proteção de partes móveis, correias e transmissões das máquinas. É obrigatório observar a recolocação dos dispositivos de segurança que são retirados durante a manutenção. A não reposição desses dispositivos constitue um dos riscos mais comuns no binômio máquina x mãos. Interessa tambem conhecer a NR-17 e obter noções sobre Análise Ergonômica. Conheça a versão digital das NRs no site </strong></em><em><a href="http://www.nrfacil.com.br"><strong>www.nrfacil.com.br</strong></a><strong> e no software NRFACIL.</strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">
<h4><strong>FUNDAMENTOS PARA A PROTEÇÃO DAS MÃOS</strong></h4>
<p class="MsoBodyText"><em>Da próxima vez que alguem em seu departamento sofrer uma lesao destrutiva na mão, avise todos os supervisores da situação da lesão e os custos associados.</em></p>
<p class="MsoNormal"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Linda J. Sherrard </strong><strong><br />
</strong><strong>Aug 01, 2010<br />
<em><span style="font-weight: normal;">MS, CSP, é Diretora de Segurança do Departamento de Justiça (North Carolina) e ex-diretora da Revista Segurança e Saúde no Trabalho nos Estados Unidos</span></em><em><span style="font-weight: normal;">.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/maosceitoneletricblogspotcom.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2091" title="maosceitoneletricblogspotcom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/maosceitoneletricblogspotcom-199x300.jpg" alt="maosceitoneletricblogspotcom" width="199" height="300" /></a>MÁOS E MÁQUINAS</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Encare os fatos: todas as indústrias tem acidentes com lesão de mãos e dedos. Desde as máquinas pesadas da indústria de panificação até o trabalho em escritórios comuns, uma revisão na sua estatística anual vai revelar acidentes com as mãos. </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Tente trabalhar esse problema adotando uma postura de que voce vai reduzir tanto o número quanto a severidade desses acidentes.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Eu acredito firmemente no exercicio de medidas de segurança de forma contínua, em qualquer ambiente de trabalho e tenho certeza de que isso pode ser conseguido. Muitos profissionais acreditam em acidente zero desde o primeiro dia (um objetivo excepcional). Qualquer que seja o resultado compensará o esforço e o tempo. </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>ACIDENTES COM MÃOS </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Esses acidentes são geralmente preveníveis com algum planejamento, treinamento e uma boa supervisão. Você está preparado para um desafio?</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>AVALIAÇÃO</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Você e seus supervisores sabem quais as áreas da empresa onde ocorrem os mais graves acidentes com as mãos. Amputações podem ocorrer em acidentes com equipamentos que não foram protegidos corretamente. Áreas de engates são zonas perigosas. Todas as tragédias clássicas no trabalho quando mãos e dedos estão envolvidas acabam em uma máquina. A máquina sempre vence. Seria possível evitar as lesões? Absolutamente.  Entretanto, décadas depois, nós ainda estamos tendo o mesmo tipo de lesões. O que deu errado?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Falha no acompanhamento dos problemas, em sua grande maioria, talvez. Após uma lesão como uma mão amassada, todos os papéis são preenchidos, o empregado recebe assistência médica., etc. O acidente é amplamente discutido, revisado por uma comissão de segurança, e recomendações gerais e específicas são feitas. Tudo isso vai ficando para trás&#8230;. até o próximo acidente!</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/j0432599.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2108" title="j0432599" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/j0432599.png" alt="j0432599" width="144" height="144" /></a>PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Inclua esses itens abaixo na próxima vez que alguem sofrer de uma lesão destrutiva das mãos:</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<ul style="text-align: justify; ">
<li><strong>Alerte a todos os supervisores a cada reunião (da CIPA) sobre como está a situação daquele acidente e os custos associados a ele. Assegure-se de que cada supervisor ou gerente revise todos os documentos de cada lesão de mão regularmente para refrescar suas mentes. Oriente todos os empregados sobre o acidente específico e como preveni-lo para não acontecer de novo.</strong></li>
<li><strong>Implemente políticas efetivas do uso de proteções, luvas e outros EPIs, o uso apropriado dos equipamentos e o que for preciso. Muito mais importante são as diretrizes divulgadas através dos empregados e dos supervisores no caso de algum empregado que não estiver utilizando esses equipamentos.</strong></li>
<li><strong>Falhas no cumprimento de políticas ou de outras medidas de proteção acabam causando mais lesões. Implemente um acompanhamento com qualquer empregado que se recusa (não importa porque) até a sua demissão. Para algumas irregularidades em que alguem seja lesionado (como por exemplo, remoção de equipamentos de proteção da máquina) imediata demissão deverá ser necessária. Difícil? Eu discordo. Isso será necessário para proteger outros empregados.</strong></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; padding-left: 30px; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; padding-left: 30px; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; "><strong>AVALIAÇÃO ERGONOMICA</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; "><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/foto_ergonomia-sigarqbr.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2092" title="foto_ergonomia-sigarqbr" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/foto_ergonomia-sigarqbr-300x276.jpg" alt="foto_ergonomia-sigarqbr" width="300" height="276" /></a><br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Qualquer que seja o trabalho, seja em um ambiente de escritório ou em uma madeireira, a ergonomia afeta cada empregado. Elabore uma avaliação ergonômica e realize as mudanças necessárias. Trata-se de um campo específico e assim você deve contratar um técnico experiente para efetivar as mudanças necessárias que irão ajudar os empregados. </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/primeiros-socorrosenfermagememfococom.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2093" title="primeiros-socorrosenfermagememfococom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/primeiros-socorrosenfermagememfococom-300x237.jpg" alt="primeiros-socorrosenfermagememfococom" width="300" height="237" /></a>EPI E PRIMEIROS SOCORROS</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Tenha as ferramentas necessárias para a proteção de mãos. Se o ambiente de trabalho resseca a pele dos trabalhadores, como o uso de solventes, providencie cremes de proteção, misturadores, etc. Forneça luvas apropriadas e ferramentas para trabalho manual em tamanhos apropriados para todos os trabalhadores.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Tenha um Programa de Primeiros Socorros que realmente funcione. Organize o seu kit de primeiros socorros bem atento para itens apropriados para lesões de mãos de dedos. Primeiros socorros são para ajudar na recuperação e não torná-la lenta. </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Pense um pouco mais à frente. Estariam os seus empregados devidamente alertados sobre quais os tipos de lesões para as mãos e dedos que podem acontecer na sua área de trabalho? Há um grupo de trabalhadores que geralmente são omitidos, que são os de escritórios; muitos deles irão apresentar pequenas lesões, de forma repetida que causa perda de tempo e pequenas despesas médicas. Assegure-se que o ambiente de trabalho está ajustado de forma apropriada e tenha as necessárias ferramentas para que as tarefas sejam cumpridas na hora certa. Enfatize o uso apropriado de roupas limitando aneis e adereços e orientar quanto ao tamanho das unhas. </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong>Oriente todos os empregados sobre o seu ambiente e riscos de trabalho. Não apenas uma vez, mas regularmente. Isto deve manter a mensagem viva e vale a pena empregar este tempo. Posters, videos e aulas sempre funcionam. Dialogos Diários de Segurança tambem funcionam bem. Você conhece seu ambiente de trabalho; use o quer irá funcionar e vá em frente.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/ohsimagem.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2116" title="ohsimagem" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/ohsimagem.png" alt="ohsimagem" width="120" height="113" /></a>CHECK LIST DA OHS (Occupational Health &amp; Safety -<br />
Segurança e Saúde Ocupacional)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal">Lembre-se de que nenhum check list substitue um programa de segurança abrangente. Use esse check list (abaixo) como uma ferramenta adicional quando tiver que avaliar conformidade e consistência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">
<p><strong> </strong></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="4" width="100%"><col width="17*"></col> <col width="239*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="TOP">
<p class="western" align="CENTER"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">PROGRAMA 			DE PROTEÇÃO DE MÃOS – OHS 2010<br />
O check list abaixo poderá 			ajudar no seu Programa de Avaliação. Assinale SIM (S) ou NÃO 			(N)</span></span></td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O 			seu ambiente de trabalho foi avaliado de forma ampla por um 			profissional de segurança para a identificação de riscos 			potenciais de equipamentos e processos que poderia resultar em 			lesões em mãos e dedos para os trabalhadores?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foi 			desenvolvida uma avaliação em profundidade dos acidentes 			registrados? Este procedimento ajudará em focar em tendencias, em 			equipamentos ou processos ou ainda em mudanças onde mais lesões 			poderiam ocorrer?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram 			os gerentes de departamento incluidos na análise dos acidentes e 			assim eles poderiam ser “responsáveis” pelas lesões e os 			custos associados?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Teriam 			sido os novos equipamentos e processos avaliados antes de sua 			implementação para assegurar que fosse evitada a geração de 			novos riscos relacionados à atividade produtiva?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Teriam 			as análises de tendência incluidos diversos anos (série 			histórica) e considerados fatores sazonais ou o uso de alguma 			máquina especial não utilizada de forma rotineira?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram 			feitos Relatórios para incidentes onde não ocorreram lesões que 			não foram documentadas mas poderiam ter ocorrido?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram 			discutidas na CIPA as lesões ou quase incidentes relacionados à 			mão? Medidas corretivas foram implementadas?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram 			avaliados riscos que apresentam, usualmente e tambem de forma não 			rotineira, potencial de riscos para uma eliminação definitiva? 			Inclua serviços de manutenção ou métodos e processos 			alternativos se uma peça ou equipamento estiver com defeito.</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Cada 			máquina ou processo foi revisado com relação aos dispositivos 			de proteção?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Seria 			a inspeção uma medida de rotina de qualquer programa de 			inspeção?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Como 			parte de um avaliação, cada máquina ou processo foi revisado 			com relação aos dispositivos de proteção?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">As 			necessidades de EPI foram determinadas de acordo com o tamanho 			adequado para todos os empregados?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">As 			ferramentas manuais sofreram reposição quando elas se tornaram 			gastas ou danificadas? Existe algum processo de seleção ou 			reposição?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Seu 			kit de primeiros socorros inclue recursos para lesões em mãos e 			dedos? Os responsáveis pelos primeiros socorros sabem como 			atender um acidente com amputação e como tratar esses casos 			antes que a atenção médica seja dispensada?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os 			riscos que possam ocorrer em todos os processos, turnos ou 			equipamentos foram avaliados?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os 			trabalhos em áreas remotas ou isoladas foram efetivamente 			avaliadas para proteger todos os empregados ou qualquer pessoa na 			área? Existe um sistema de comunicação em caso de uma lesão 			séria (como uma amputação)?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram 			documentados pelos supervisores qualquer reclamação, relatório 			ou comentários de empregados sobre equipamentos e processos que 			incluam potencial de risco para as mãos?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os 			locais de trabalho foram todos submetidos a uma avaliação 			ergonômica? Alguma recomendação sobre um novo equipamento ou 			ferramentas de mão foi posta em prática?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Existe 			alguma recomendação sobre uso de adereços para empregados que 			operam máquinas? Eles estariam cientes dos riscos em usar anéis, 			pulseiras, etc., e o dano potencial caso alguma máquina venha a 			capturar esses objetos?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Existe 			na empresa alguma recomendação sobre as unhas dos trabalhadores 			utilizando máquinas? Esta recomendação é muito importante em 			processos que dissipam calor, onde unhas aritificiais ou outros 			materiais podem ser capturados ou derretidos.</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Se 			luvas estão sendo utilizadas, existe um metodo de seleção 			correta e existe um inventários de manutenção de dimensões dos 			EPIs para todos os empregados? Os empregados recebem treinamento 			para uso e guarda do EPI?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Os 			empregados foram orientados sobre uso e guarda de luvas? Se um 			item de EPI deve ser reutilzado (como por exemplo, luvas 			utilizadas no preparo de alimentos), foram adotadas medidas de 			saúde de forma consistente?</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="7%">
<p class="western">
</td>
<td width="93%">
<p class="western"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram 			os equipamentos e ferramentas de mão bem como as condições de 			trabalho inspecionadas regularmente para um uso adequado, 			reposição e sinais de uso intensivo (degaste)?</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4><span style="color: #000000;">Inserções anteriores do Blog sobre o assunto:</span></h4>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<h4><span style="color: #000000;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1722">Trabalho Transicional - Retornando ao trabalho após um acidente</a></span></h4>
<h4><span style="color: #000000;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1351">Roteiro para uma investigação de Acidente de Trabalho</a></span></h4>
<h4><span style="color: #000000;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1378">Roteiro para uma investigação de Acidente de Trabalho - 2</a></span></h4>
<h4><span style="color: #000000;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1750">Diálogos Críticos em Segurança</a></span></h4>
<p><span style="color: #000000;">Recomendamos ainda:</span></p>
<h4><span style="color: #000000;"><a href="http://www.ergoltda.com.br/downloads/formulario.doc">Formulário de Análise Ergonômica do Trabalho</a></span></h4>
<p><span style="color: #000000;">Créditos: passe o mouse na imagem </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nrfacil.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=2077</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>ALARME ESTAVA DESLIGADO NO ACIDENTE DA BP</title>
		<link>http://nrfacil.com.br/blog/?p=2049</link>
		<comments>http://nrfacil.com.br/blog/?p=2049#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 22:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[08 EDIFICAÇÕES]]></category>

		<category><![CDATA[12 MAQ EQUIP]]></category>

		<category><![CDATA[29 PORTUÁRIO]]></category>

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		<description><![CDATA[
QUEM PODE MONITORAR O ECOSSISTEMA GLOBAL
(infográfico acima publicado no NYTimes; observe as manchas escuras e cinzas, avançando do mar sobre o as praias e o litoral dos Estados, em uma área provavelmente quase igual à da Amazônia, desde a fonte de vazamento - trad de source of leaking oil)
Os fatos envolvendo o acidente da Plataforma de petróleo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/vazamentobp2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2053" title="vazamentobp2" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/vazamentobp2.jpg" alt="vazamentobp2" width="1000" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center; "><strong>QUEM PODE MONITORAR O ECOSSISTEMA GLOBAL</strong><br />
(infográfico acima publicado no NYTimes; observe as manchas escuras e cinzas, avançando do mar sobre o as praias e o litoral dos Estados, em uma área provavelmente quase igual à da Amazônia, desde a <strong>fonte de vazamento </strong>- trad de source of leaking oil)</p>
<p style="text-align: center; "><em><strong>Os fatos envolvendo o acidente da Plataforma de petróleo da BP,  no Golfo do México, nos remetem, embora paradoxalmente, à questão de internacionalização da Amazônia. Os países desenvolvidos, liderados pelos Estados Unidos e Inglaterra, alegam incompetência dos brasileiros na gestão de um meio ambiente tão complexo como a nossa floresta, sendo o principal problema o desmatamento.</strong></em></p>
<p style="text-align: center; "><em><strong>Entretanto, diante deste acidente, que liberou milhões de litros de petróleo e que provocou, além de acidentes de trabalho fatais, danos irreversíveis ao meio ambiente em diversos Estados americanos, é de se perguntar se esses países desenvolvidos tem mesmo competência para preservar e monitorar o seu próprio meio ambiente. </strong></em></p>
<p style="text-align: center; "><em><strong>Um dos aspectos mais importantes deste acidente foi a incapacidade de conter o vazamento de óleo no oceano, mais ou menos como se alega que os brasileiros não conseguem conter o desmatamento da Amazônia. Sem contenção, o óleo do poço foi invadindo o território americano e acabou causando prejuízos muito maiores ao meio ambiente do que 50 anos de desmatamento da amazônia. </strong></em><em><strong>A empresa (British Petroleum) é da Inglaterra e o meio ambiente que sofreu o maior dano é dos Estados Unidos. Seria interessante que os americanos e ingleses agora calassem a boca sobre a Amazônia e mandassem as ONGs ambientais que estão fuçando por aqui irem lá para o Golfo do Mexico e Estados Unidos. Ainda não tivemos informações se o Greenpeace, que é financiado por multinacionais como a BP,  tinha aparecido por lá, antes do acidente.<br />
É hora de avaliar quem quer na verdade preservar ou apropriar-se do Meio Ambiente global. </strong></em></p>
<p style="text-align: center; ">
<p><strong>UM DIRETÓRIO COMPLETO DE IRREGULARIDADES DE PRIMEIRO MUNDO</strong></p>
<p><em>O artigo abaixo, relativo a um dos mais complexos acidentes industriais maiores (Convenção 174-OIT), provocando fatalidades e graves repercussões ao meio ambiente, foi publicado na página central do jornal The New York Times, edição de 24/07/2010. O artigo vai mostrando as infrações a praticamente todas as diretrizes da </em><em><a title="Convenção174" href="http://www.nrfacil.com.br/midias.php?tipo=textos&amp;id_galeria=33cd0887205f0ee105ca9be389cfc651" target="_blank">Convenção 174. </a></em></p>
<p><em></em></p>
<p><em></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em></em></p>
<h6 class="byline">By <a class="meta-per" title="More Articles by Robbie Brown" href="http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/people/b/robbie_brown/index.html?inline=nyt-per">ROBBIE BROWN</a> Published: July 23, 2010</h6>
<p><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/plataformabp.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-2058" title="plataformabp" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/plataformabp.jpeg" alt="plataformabp" width="259" height="194" /></a>O alarme de emergencia da Plataforma da BP não foi totalmente ativada no dia do acidente que causou incêndio e explosão, matando 11 trabalhadores e liberando um vazamento maciço de óleo no Golfo do Mexico, de acordo com uma auditoria. </strong><strong><em>(O acidente afetou tambem o litoral de vários Estados americanos).</em></strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>UM DIÁLOGO CRÍTICO DE SEGURANÇA</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Um trabalhador chefe da equipe técnica do equipamento afirmou que o alarme de segurança estava geralmente configurado para “travado” para evitar que a tripulação da plataforma fosse despertada durante a madrugada com sirenes e luzes de emergência. Eles não queriam que o pessoal acordasse as 3 da manhã por causa de falsos alarmes. Assim, o alarme não soou durante a emergencia, deixando que os trabalhadores recebessem informações apenas através do sistema de alto falantes.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p><em>Nota do Blog: na Europa e Estados Unidos é muito comum os alarmes soarem para treinamento de segurança e evacuação de ambientes, sem que esteja ocorrendo de fato um acidente; esses alarmes as vezes são acionados durante a madrugada e quando os trabalhadores e usuários percebem que era apenas um exercício, ficam contrariados; tudo indica que para evitar esse incômodo, o alarme estava travado, que não soou, mas para piorar, o que ocorreu era mesmo um grave acidente. Este fato nos remete a uma das inserções anteriores deste blog sobre <a title="Diálogos Criticos em Segurança" href="http://nrfacil.com.br/blog/?p=1750" target="_blank">“Diálogos Críticos em Segurança”</a></em><em> que falava sobre falhas no procedimento de segurança “para o bem estar da equipe” ou “para não incomodar os chefes” – releia aquela inserção e compare com a atual.</em></p>
<p style="text-align: justify; ">E<strong>nquanto não se sabe o que poderia ter salvo os trabalhadores que morreram no desastre, a ausência de um funcionamento correto e total do alarme dificultou os esforços para uma evacuação segura da plataforma.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A empresa que alugou o equipamento para a BP disse que os trabalhadores tinham permissão para configurar o alarme de forma a que não soasse desnecessáriamente quando se sabia que centenas de outros alarmes locais poderiam ser ativados para um incidente ou quase-acidente ou a uma não emergência mesmo.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><em>&#8220;Isto não foi um descuido da segurança ou feito como um procedimento de conveniência&#8221;</em>, disse a companhia responsável pelo equipamento. A empresa tambem destacou que havia sido feita uma auditoria independente do equipamento no início de abril no qual os inspetores testando o sistema de detecção de incêncio não encontraram detectores travados.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/falhaestrutural.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-2068" title="falhaestrutural" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/falhaestrutural.jpeg" alt="falhaestrutural" width="284" height="178" /></a>FALHAS ESTRUTURAIS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Uma equipe de 6 membros está investigando o desastre que liberou um dos maiores vazamentos de oleo na história dos Estados Unidos.</strong></p>
<div><strong><br />
</strong></div>
<p style="text-align: justify; "><strong>Ouvidos esta semana, membros da equipe descreveram a ocorrência de repetidas falhas nas semanas anteriores ao desastre, incluindo falhas no fornecimento de energia, computadores fora do ar e vazamentos em equipamentos de emergência.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A história de erros mecânicos foi documentada em uma auditoria confidencial conduzida pela BP sete meses antes da explosão. De acordo com um documento de setembro de 2009, quatro oficiais da BP descobriram que a empresa proprietária do equipamento de segurança (alarme) havia deixado 390 reparos pendentes, incluindo vários considerados de alta prioridade e que iriam requerer mais de 3.500 horas de trabalho para os reparos. Não ficou claro quantos desses problemas permaneceram até o dia da catástrofe.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A Auditoria encontrou que Relatórios de erros foram ignorados pela empresa mantenedora do equipamento. </strong><em><strong>“Consequentemente, um número de recomendações que a empresa havia indicado como resolvido, havia se deteriorado de novo ou não havia sido corretamente corrigido quando foi diagnosticado”</strong></em><strong>, escreveram os investigadores.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/j0431585.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2059" title="j0431585" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/j0431585.png" alt="j0431585" width="144" height="144" /></a>FALHAS EM RESPEITAR AUDITORIAS</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Em uma declaração, a BP disse que havia uma expectativa de que a empresa de manutenção levasse a auditoria a sério. O objetivo era que a empresa de manutenção tivesse abordado todos os itens críticos de segurança de uma maneira rápida. Como foi dito previamente, o acidente da plataforma tinha multiplas causas potenciais, incluindo falha de equipamento.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Durante uma Audiência, testemunhas disseram que erros e improvisos tiveram um papel na composição dos problemas do equipamento.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Um Engeheiro especialista disse aos investigadores que os membros da equipe tinham feito de forma incorreta um teste crítico de emergência do equipamento e não detectaram um pequeno vazamento de gás aproximadamente uma hora antes da explosão.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Um Engenheiro de petróleo e professor universitário disse aos investigadores que os dados do equipamento mostraram que os membros da equipe falharam em corrigir um teste de pressão no poço.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>“Afinal, a realidade não é um teste”, disse o engenheiro, após rever os registros de ações da equipe. Durante meses, sobreviventes e a empresa de manutenção  haviam assegurado que o teste de pressão do poço tinha sido conduzido de forma apropriada.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O Engenheiro adicionou novos detalhes sobre o equipamento testemunhando que um outro oficial da empresa mantenedora havia configurado um sistema crítico para remover gas do poço para a função “modo de bypass”. Quando o Engenheiro questionou aquela decisão, o oficial da manutenção falou que ele havia sofrido uma reprimenda. “E o pior é que a coisa estava em bypass por cinco anos – melhor dizendo, a plataforma inteira rodava em bypass”, disse ele.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Os problemas existiam desde o início de funcionamento do poço, disse o Engenheiro. Por diversos meses, o sistema de computadores estava desligado, produzindo o que os membros da equipe chamavam “a tela azul da morte”.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Reposição de hardware <em>(sistemas de informação e computadores)</em></strong><strong> tinha sido requerido mas não foi instalado na época do desastre.</strong></p>
<h4><span style="font-family: mceinline;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/cadeiaerros.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-2060" title="cadeiaerros" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/cadeiaerros.jpeg" alt="cadeiaerros" width="176" height="222" /></a>PRESSÃO FINANCEIRA E NEGLIGÊNCIA EM CADEIA</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify; "><strong>Nas semanas finais de perfuração, supervisores estavam sob intensa pressão financeira para completar o poço doente, disseram várias testemunhas. A BP estava 43 dias atrás do cronograma quando o poço explodiu, custando à empresa cerca de 1 milhão de dólares por dia.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Das ordens de segurança determinadas à empresa mantenedora, algumas foram simplesmente rejeitadas, sem que nenhuma redução do risco fosse demonstrada.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Observaram-se condições inseguras de trabalho incluindo uma fina película de lama do poço supostamente de equipamentos impermeáveis que vazavam e equipamentos de segurança com data de inspeção vencida. Os registros de manutenção eram defasados com ausência de informações e qualidade pobre de relatórios que deixavam de registrar detalhes suficientes para convencer o leitor que a tarefa teria sido cumprida de acordo com o procedimento previsto.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Finalmente, um mês antes do acidente uma auditoria da “cultura de segurança” da plataforma de uma seguradora encontrou alguns trabalhadores apavorados sobre práticas de segurança e assustados com represálias se eles registrassem os erros.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Tradução livre: Samuel Gueiros, Med Trab Coord NRFACIL</p>
<p style="text-align: justify; "><em>Nota do Blog: o artigo acima é um cardápio completo de irregularidades encontradas em auditorias de segurança; para o nosso leitor que já é experiente ou para aquele que está iniciando na área de segurança, os fatos relatados neste Relatório inclui praticamente a maioria das situações críticas em segurança. É uma aula completa.</em></p>
<p style="text-align: justify; "><em>E assim como lá nos Estados Unidos, aqui no Brasil, auditorias são realizadas, inclusive pelos auditores do Ministério do Trabalho, mas os erros se repetem e a impunidade sem dúvida é a mãe de todos os erros de segurança. </em></p>
<p style="text-align: justify; "><em>E ainda tem empresas que estão reclamando do FAP, talvez uma única esperança de que o onus fiscal dos acidentes possa reverter os agravos crescentes à saúde e segurança dos trabalhadores, que é quem acabam sempre pagando por esses erros. E assim como em todos os acidentes de trabalho e que neste caso reverteu gravemente para o meio ambiente, este da BP mostra que o prejuizo financeiro do acidente é sempre maior do que o investimento em segurança. </em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LOBBY DO AMIANTO GASTA US$ 100MILHÕES NO MUNDO</title>
		<link>http://nrfacil.com.br/blog/?p=2032</link>
		<comments>http://nrfacil.com.br/blog/?p=2032#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[

 Imagem de pulmão de paciente com asbestose, uma das doenças causadas pelo amianto. A inalação de  fibras e acúmulo de líquidos nos espaços pleurais causam uma progressiva perda da elasticidade pulmonar e insuficiência respiratória

Segundo pesquisa do Cesteh, os mais afetados pelo amianto são os operários das minas e das indústrias têxtil e de fibrocimento – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/wwwfiocruzbr.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2038" title="wwwfiocruzbr" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/wwwfiocruzbr.jpg" alt="wwwfiocruzbr" width="400" height="400" /></a></p>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;"> Imagem de pulmão de paciente com asbestose, uma das doenças causadas pelo amianto. A inalação de  fibras e acúmulo de líquidos nos espaços pleurais causam uma progressiva perda da elasticidade pulmonar e insuficiência respiratória</span></td>
</tr>
<p style="text-align: center; "><strong>Segundo pesquisa do Cesteh, os mais afetados pelo amianto são os operários das minas e das indústrias têxtil e de fibrocimento – material usado para produzir telhas e caixas d’água. Desde 1996, os pesquisadores da Fiocruz acompanham cerca de 300 trabalhadores dessas indústrias, dos quais pelo menos 40 já foram diagnosticados com asbestose, fibrose pulmonar progressiva causada pelo amianto. Quanto à mortalidade, o estudo apresenta dez óbitos de trabalhadores, cujas causas foram asbestose, câncer de pulmão e mesotelioma de pleura. O mesotelioma é um tipo de câncer que atinge a pleura, membrana que reveste o pulmão; o pericárdio, que recobre o coração; e o peritônio, que forra a cavidade abdominal. Após o aparecimento da doença, a sobrevida fica em torno de apenas dois a três anos. No final desta página, a imagem de uma peça anatômica com os destroços causados pelo amianto.</strong></p>
<p>21/07/2010 - 07h03</p>
<p>Matéria abaixo, publicada na Folha de São Paulo</p>
<p>JIM MORRIS</p>
<p>DA BBC/ICIJ, ESPECIAL PARA A FOLHA</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Uma rede mundial de grupos de lobby gastou quase US$ 100 milhões desde a metade dos anos 80 a fim de preservar o mercado internacional do amianto, carcinógeno conhecido que já tirou milhões de vidas e tem seu uso proibido ou restrito em 52 países, constatou o ICIJ (International Consortium of Investigative Journalists) depois de nove meses de investigação.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<h4><strong>AMIANTO PODE MATAR MAIS DE 1 MILHÃO ATÉ 2030</strong></h4>
<p style="text-align: justify; "><strong>Com apoio de verbas públicas e privadas e a assistência de cientistas e governos simpáticos à causa, os grupos ajudaram a facilitar a venda de dois milhões de toneladas de amianto no ano passado, em sua maior parte a países em desenvolvimento. Ancorada pelo Chrysotile Institute, sediado em Montreal (Canadá), a rede se estende de Nova Delhi (Índia) à Cidade do México, passando pela cidade de Asbest, (Rússia). Sua mensagem é a de que o amianto pode ser usado em segurança sob condições &#8220;controladas&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Como resultado, o uso do amianto está crescendo rapidamente em países como China e Índia, o que leva especialistas em saúde a alertar sobre futuras epidemias de câncer de pulmão, asbestose e mesotelioma, um câncer maligno altamente agressivo que costuma atacar o revestimento dos pulmões.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A OMS (Organização Mundial da Saúde) informa que 125 milhões de pessoas continuam a encontrar amianto em seus locais de trabalho, e a OIT (Organização Internacional do Trabalho) estima que 100 mil trabalhadores morram a cada ano de doenças relacionadas ao amianto.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Outros milhares perecem de exposição ambiental ao material. James Leigh, diretor do Centro de Saúde Ocupacional e Ambiental na Escola de Saúde Pública de Sydney, Austrália, previu que haverá um total de cinco milhões a 10 milhões de mortes causadas por cânceres relacionados ao amianto até 2030, uma estimativa que ele considera como &#8220;conservadora&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>&#8220;É totalmente antiético&#8221;, disse Jukka Takala, diretor da Agência de Segurança e Saúde no Trabalho e antigo dirigente da OIT, sobre a campanha de promoção do uso do amianto. &#8220;É quase um crime. O amianto não pode ser usado de maneira segura. É claramente carcinógeno. Mata pessoas&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>De fato, um painel de 27 especialistas formado pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer, da OMS, reportou no ano passado que &#8220;as provas epidemiológicas vêm mostrando associação cada vez maior entre todas as formas de amianto e risco ampliado de câncer de pulmão e mesotelioma&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Editoria de Arte/Folhapress</p>
<h4><strong>PESQUISAS</strong></h4>
<p style="text-align: justify; "><strong>A indústria do amianto, no entanto, sinalizou que lutará para proteger as vendas da fibra bruta do minério e dos produtos com ele fabricados, como telhas e encanamentos produzidos com cimento de amianto. Entre seus aliados estão pesquisadores cujos trabalhos são bancados pelo setor e que produziram centenas de artigos, aceitos por publicações científicas, para alegar que o crisotilo &#8211;o amianto branco, única forma do minério à venda atualmente&#8211; é muitíssimo menos perigoso que o amianto marrom ou o azul.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A Rússia é o maior produtor mundial de crisotilo, e a China o maior consumidor do minério.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>&#8220;Trata-se de um material extremamente valioso&#8221;, argumenta J. Corbett McDonald, professor emérito de epidemiologia na Universidade McGill, em Montreal, que começou a estudar trabalhadores expostos ao crisotilo nos anos 60, com apoio da Associação Mineradora de Crisotilo de Quebec. &#8220;É muito barato. Se tentarem reconstruir o Haiti sem usar amianto, o custo será muito maior. Quaisquer efeitos [do crisotilo] sobre a saúde serão triviais, se é que existirão&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A visão otimista de McDonald sobre o crisotilo pressupõe que os empregadores forneçam controles de poeira, ventilação e equipamentos de proteção apropriados para os trabalhadores. Os especialistas em saúde pública afirmam que essas medidas são incomuns nos países em desenvolvimento. &#8220;Quem quer que fale sobre uso controlado de asbestos é ou mentiroso ou tolo&#8221;, afirma Barry Castleman, consultor ambiental da região de Washington que assessora a OMS quanto aos problemas do amianto.</strong></p>
<h4><strong>CANADÁ</strong></h4>
<p style="text-align: justify; "><strong>Resistente ao calor e ao fogo, forte e barato, o amianto &#8211;um metal fibroso de ocorrência natural&#8211; no passado era considerado como um material de construção de propriedades mágicas, Por décadas, os países industrializados, dos Estados Unidos à Austrália, o empregaram para incontáveis produtos, entre os quais encanamentos e isolamento para teto, materiais de construção naval, sapatas para freios, tijolos e pisos.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>No começo do século 20, começaram a surgir informações sobre os danos que o material podia causar aos pulmões. Pelo final do século, milhões de pessoas estavam doentes ou haviam morrido por exposição a amianto, e bilhões de dólares em indenizações haviam sido pagas aos queixosos. Do total de amianto utilizado, 95% provém do crisotilo, agora proibido ou de uso severamente restrito em pelo menos 51 países.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Essa história sórdida, porém, não bastou para deter a ação do lobby do amianto, liderado há muito tempo pelo Canadá. O governo federal canadense e o governo da província de Quebec, onde o crisotilo é minerado há décadas, doaram 35 milhões de dólares canadenses ao Chrysotile Institute, anteriormente conhecido como Asbestos Institute.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O Canadá não emprega muito amianto em seu território, mas exportou 153 mil toneladas do minério em 2009; mais de metade desse total foi enviado à Índia. As autoridades canadenses lutaram para impedir que o crisotilo fosse incluído na lista do Anexo 3 da Convenção de Roterdã, um tratado que requer que exportadores de substâncias tóxicas usem rótulos claros e alertem os importadores quanto a quaisquer restrições ou proibições.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>A despeito da crescente pressão por parte de autoridades de saúde pública de todo o mundo, que desejam a suspensão das exportações de amianto canadense, as autoridades do país continuam a defender o setor. &#8220;Desde 1979, o governo do Canadá vem promovendo o uso seguro e controlado do crisotilo, e nossa posição continua a mesma&#8221;, afirmou Christian Paradis, ministro do Meio Ambiente no governo conservador do Canadá e antigo presidente da Câmara do Comércio e Indústria do Amianto, em comunicado por escrito ao ICIJ.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Amir Attaran, professor associado de direito e medicina na Universidade de Ottawa, classifica a posição do governo como inaceitável. &#8220;Fica absolutamente claro que [o primeiro-ministro] Stephen Harper e seu governo aceitaram a realidade de que o curso atual de ação causa mortes, e consideram o fato tolerável&#8221;, diz Attaran.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Clement Godbout, presidente do Chrysotile Institute, insiste em que a mensagem de sua organização vem sendo mal interpretada. &#8220;Dizemos que o crisotilo é um produto com risco potencial, e que é preciso controlar esse risco. Não é algo que se deva adicionar ao café a cada manhã&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O instituto é uma central de distribuição de informações, enfatiza Godbout, e não uma agência internacional de policiamento. &#8220;Não temos o poder de interferir em quaisquer países, porque eles têm seus poderes, sua soberania&#8221;, diz. Godbout se declarou convencido de que as grandes fábricas de cimento feito de amianto, na Índia, têm bons procedimentos de controle de poeira e de vigilância médica, ainda que reconheça que possa haver operações menores &#8220;nas quais as regras não são seguidas rigorosamente. Mas isso não representa um retrato fiel do setor. Se alguém dirige seu carro a 300 km/h em uma rodovia dos Estados Unidos, não quer dizer que todo mundo mais faça a mesma coisa&#8221;.</strong></p>
<h4><strong>ORGANIZAÇÕES IRMÃS</strong></h4>
<p style="text-align: justify; "><strong>O Chrysotile Institute oferece o que descreve como &#8220;assistência técnica e financeira&#8221; a uma dúzia de organizações irmãs em todo o mundo. Essas organizações, por sua vez, tentam influenciar a pesquisa científica e a política em seus países e regiões.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Considere a situação do México, que importa do Canadá a maior parte de seu amianto. A promoção do uso do crisotilo é a tarefa de Luis Cejudo Alva, que comanda o IMFI (Instituto Mexicano de Fibro Industrias) há 40 anos. Cejudo declara manter contato regular com o Chrysotile Institute e com organizações relacionadas na Rússia e Brasil, e faz palestras no México e no exterior sobre o uso prudente do crisotilo.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Guadalupe Aguilar Madrid, médica e pesquisadora do Instituto de Seguro Social do governo federal mexicano, diz que o IMFI exerce grande influência sobre as regras trabalhistas e ambientais mexicanas, que continuam a ser frouxas. O país está à beira de uma epidemia de mesotelioma e outras doenças relacionadas ao amianto que poderia custar 5.000 vidas ao ano, diz a médica.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>No Brasil, um promotor de Justiça quer dissolver o Instituto Brasileiro do Crisotila, que se descreve como grupo de interesse público e opera com isenção tributária. Em petição judicial, o promotor acusa o instituto de servir como mal disfarçado agente de vendas para a indústria brasileira do amianto. O instituto nega a alegação, afirmando &#8220;garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores e usuários&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Na Índia, onde o mercado do amianto vem crescendo em 25% ao ano, a poderosa Asbestos Cement Products Manufacturers Association desfruta de estreito relacionamento com os políticos e recebeu US$ 50 milhões das empresas do setor desde 1985, de acordo com fontes do governo. Uma das especialidades da organização são &#8220;editoriais publicitários&#8221; &#8211;falsos artigos noticiosos que louvam a segurança e o valor dos produtos de amianto. Um anúncio veiculado no jornal &#8220;Times of India&#8221; em dezembro é típico. Alegava, entre outras coisas, que o flagelo do câncer causado pelo amianto no Ocidente havia surgido em um &#8220;período de ignorância&#8221;, quando a manipulação pouco cautelosa de materiais de isolamento feitos de amianto resultou em exposição excessiva. Esse tipo de exposição já não acontece, afirmava o anúncio.</strong></p>
<h4><strong>PATROCINADOS</strong></h4>
<p style="text-align: justify; "><strong>O argumento do lobby do amianto depende em larga medida de cientistas que caracterizam o amianto branco como relativamente benigno. Pesquisas sobre o crisotilo financiadas pelo setor começaram a ser conduzidas de maneira mais efetiva a partir da metade dos anos 60, quando estudos que comprovavam os efeitos nocivos do amianto atraíram atenção indesejada para as então prósperas minas de Quebec. Minutas da reunião da Quebec Asbestos Mining Association em novembro de 1965 sugerem que o grupo adotou o setor de tabaco como paradigma: &#8220;Foi mencionado que o setor de tabaco havia lançado um programa próprio [de pesquisa] e agora sabe que posição ocupa. A indústria sempre faz bem ao cuidar de seus próprios problemas&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Os estudos se provaram benéficos para um setor que vem sofrendo crescente pressão pela cessação de suas atividades. São vigorosamente contestados por outros cientistas, segundo os quais o crisotilo é claramente capaz de causar mesotelioma e câncer de pulmão.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>&#8220;Existe base científica legítima para a alegação de que o amianto branco pode ser menos nocivo [que o marrom ou o azul]? Sim&#8221;, diz Arthur Frank, médico e professor na escola de saúde pública da Universidade Drexel, em Filadélfia. &#8220;Mas isso significa que seja seguro? Não&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><em>Esta história é parte de uma investigação conjunta conduzida pelo ICIJ e pela BBC News. Colaboraram ANA AVILA, na Cidade do México; DAN ETTINGER, em Washington; MURALI KRISHNAN, em Nova Delhi; ROMAN SHLEYNOV, em Moscou; e MARCELO SOARES, em São Paulo.</em></p>
<p style="text-align: justify; "><em>TRADUÇÃO DE PAULO MIGLIACCI</em></p>
<p style="text-align: justify; "><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/3bpblogspotcom.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2040" title="3bpblogspotcom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/3bpblogspotcom-240x300.jpg" alt="3bpblogspotcom" width="240" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center; "><strong>O AMIANTO E O CANCER</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><em><strong>Embora os neoplasmas apareçam como quarta causa de mortalidade no Brasil sua associação a causas profissionais ainda é rara. O câncer de pulmão aparece em segundo lugar, em São Paulo, atrás dos cânceres de estômago, prevalentemente na população masculina, segundo Mirra e Franco, sendo que o IARC-International Agency for Research on Cancer(Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer) da Organização Mundial de Saúde classifica o amianto ou asbesto no grupo 1 dos 75 agentes reconhecidamente cancerígenos para os seres humanos.</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><em><strong><br />
</strong></em></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nrfacil.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=2032</wfw:commentRss>
		</item>
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		<title>LIDERANÇAS SEM MEDO DE SEGURANÇA NO TRABALHO</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 02:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[04 SESMT]]></category>

		<category><![CDATA[05 CIPA]]></category>

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		<description><![CDATA[1bp.blogspot.com
Este artigo contem importantes observações sobre gestão estratégica de riscos;  é um texto traduzido do site ohsonline e indicando que cada vez mais segurança e saúde implicam em uma abordagem integrada e estratégica, na direção de uma cultura de segurança entre os trabalhadores. E assim, há necessidade de os profissionais responsáveis exercerem muito mais liderança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/1bpblogspotcom1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2013" title="1bpblogspotcom1" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/1bpblogspotcom1.jpg" alt="1bpblogspotcom1" width="455" height="307" /></a>1bp.blogspot.com</p>
<h4 style="text-align: center;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;">Este artigo contem importantes observações sobre gestão estratégica de riscos;  é um texto traduzido do site ohsonline e indicando que cada vez mais segurança e saúde implicam em uma abordagem integrada e estratégica, na direção de uma cultura de segurança entre os trabalhadores. E assim, há necessidade de os profissionais responsáveis exercerem muito mais liderança do que chefia.</span></span></h4>
<p><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></span></p>
<h4><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;">LIDERANÇAS SEM MEDO DA SEGURANÇA NO TRABALHO</span></span></h4>
<p><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></span></p>
<h5>A estratégia de fomentar medo para obter<br />
segurança no trabalho raramente funciona.<br />
<span style="font-weight: normal;"><em>Robert Pater, jun 2010<br />
</em></span><span lang="EN-US"><span style="font-weight: normal;"><em>Managing Director, Strategic Safety Associates and MoveSMART®.<br />
</em></span></span><span style="font-weight: normal;"><em><span style="font-style: normal;"><em></p>
<h6 style="display: inline !important;"><a href="http://ohsonline.com/articles/2010/06/01/no-fear-safety-leadership.aspx?sc_lang=en">http://ohsonline.com/articles/2010/06/01/no-fear-safety-leadership.aspx?sc_lang=en</a></h6>
<p></em></p>
<h6><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"><span style="font-size: xx-small;"><span><strong><br />
</strong></span></span></span></span></h6>
<p></span></em></p>
<p></span></h5>
<p style="text-align: justify; "><strong>Se você está almejando excelentes resultados na cultura e performance em segurança é tempo de promover a campanha “Sem Medo de Segurança”.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>No fundo, segurança no trabalho é alguma coisa como reduzir medo – como por exemplo, evitar perdas ou de se sentir bloqueado em não conseguir alguma coisa que você quer no futuro.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>De fato muitas lideranças sem pulso ironicamente tentam usar o medo para exatamente conseguir redução do medo.</strong></p>
<p><strong>Ou seja, “trabalhe seguro, ou então”:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>a)	você vai ser disciplinado ou advertido;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>b)	vai se chamado a atenção e ficar constrangido</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>c)	pode perder seu emprego</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>d)	não será capaz de encarar seus filhos</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>e)	viver uma dor interminável, ou,</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>f)	morrer.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Essa estratégia de meter medo para consegui melhores resultados em segurança raramente funciona como planejado. Algumas vezes o pessoal até pára de pensar no assunto. Por exemplo, você já deve ter ouvido falar de tentativas que são feitas para motivar os trabalhadores a utilizar proteção visual porque assim eles não vão perder a visão, mas de vez em quando alguem executa uma tarefa sem proteção visual e nada adverso ocorre, pelo contrário, até reforça que aquela advertência não tem fundamento. E aí, quando este tipo de advertência se torna ineficaz, advinhe de quem diminui a credibilidade.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>É comum algumas pessoas deixarem de adotar procedimentos padrões em segurança apenas para provar a elas mesmas e aos outros que eles não estavam com medo de consequencias físicas ou organizacionais (como se tivesse sido desafiado de forma infantil do tipo “eu duvido que você vai fazer isso”).</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Reações de atenção ao medo (por parte de profissionais do SESMT) incluem – afunilamento do foco/estreitamento do campo visual/fixação em um alvo, atenção obnubilada/não estar vendo o que está à sua frente, planejamento de curto prazo, tensão nervosa (e consequentemente diminuição do equilíbrio físico). Além disso, o profissional torna-se facilmente assustável e menos apto a reagir de forma rápida e imediata para uma mudança. Justamente o oposto daquele atento e esperto líder que muitos gostariam de ser.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Outras respostas imediatas vão desde medo, ataque e sabotagem para retirada, desengajamento, moral baixa e perda da confiança.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>O PAPEL DA LIDERANÇA</strong></p>
<p><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/mestreseocombr.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2022" title="mestreseocombr" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/mestreseocombr.jpg" alt="mestreseocombr" width="300" height="284" /></a><strong>Entretanto, está no papel da liderança:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>a)	ajudar pessoas a superarem o medo, mais do que se tornarem intimidadas, sem iniciativa ou complacentes.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>b)	fomentar um senso de controle e habilidade pessoal para responder a mudanças inesperadas.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>c)	ajudá-los a trabalhar de forma calma e com discernimento durante períodos de crise, em vez de espalhar o pânico;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>d)	terem diversas opções durante períodos de escassez;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>e)	restaurar, reorganizar e reconectar pessoas para evitar que batam em retirada quando aparecer incerteza e stress;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; "><strong>f)	 reconhecer reações de medo a direcionar uma estratégia para empreender ações de forma precoce.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; ">
<h4 style="text-align: center; "><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/4bpblogspotcom.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2026" title="4bpblogspotcom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/4bpblogspotcom.jpg" alt="4bpblogspotcom" width="384" height="320" /></a></h4>
<h4 style="text-align: center; "><strong><span style="color: #000000;">OS PODERES DO NÃO</span></strong></h4>
<p style="text-align: justify; ">Lideranças iluminadas são como W. E. Deming, o pai da Iniciativa de Qualidade, que inclui 14 pontos para elevar a efetividade organizacional. Seu oitavo princípio consiste em <em><strong>“elimine o medo, assim todo mundo pode trabalhar de forma efetiva em uma empresa”</strong></em>. Na mesma direção, Andrew Grove, da Intel, escreveu: “o medo não cria picos de performance, apenas mínima performance”. Então, como líderes efetivos podem promovar uma cultura de “Sem Medo da Segurança” ? Empregue os sete poderes do não:</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>1.	não motivar pelo medo – ao invés, dirija o pessoal para uma ação positiva e hábil, através do oferecimento de  desejáveis e prazeirosos benefícios pessoais viáveis;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>2.	não pressionar e divulgar comunicados que apenas determinam “os funcionários devem” fazer isso ou aquilo, ou ainda, criticar sem ouvir; não dar conselhos quando as pessoas estiverem muito preocupadas em não recebê-los de forma efetiva; lembre-se que um conselho é útil somente quando empregado no tempo certo e possa ajudar a quem o recebe aplicá-lo; um conselho não deve ser uma desculpa para reclamar ou aliviar frustrações;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>3.	não ameaçar (tipo “ou você faz o que eu mando ou você está contra a segurança”); pelo contrário, encoraje opiniões divergentes que ajudam a aperfeiçoar políticas e procedimentos e para que as pessoas comprem a idéia;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>4.	não exercer auditorias para pegar trabalhadores fazendo coisa errada (“Agora eu te peguei”). Eu não conheço nenhum líder que gostaria de receber críticas (tipo “você só atende telefone depois do 4º toque quando poderia atender no segundo”, ou ainda, “eu não vi você sorrindo com satisfação quando você deu aquele prêmio de incentivo”). Certifique-se de realizar uma auditoria externa para um enfoque o mais positivo possível. Procure localizar e reforçar pessoas para adotarem ações corretas.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>5.	Não adotar uma Investigação de segurança para caçar ninguem. O principal objetivo de uma investigação de segurança é assegurar que aquele tipo de acidente ou um outro similar não vai mais ocorrer com aquela pessoa ou com outras no futuro. Correr atrás do que o trabalhador deveria ter feito não vai mudar o que aconteceu e geralmente cria uma cultura baseada no medo onde não se consegue a informação necessária para a prevenção;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>6.	Não fazer Relatório de Culpa. É melhor adotar Comunicados de quase-acidente ou de incidentes. Uma empresa observou um dramático aumento no número de comunicados de quase acidente, trabalhando com mais de 14 milhões de horas sem perdas de tempo (em um ambiente de trabalho de alto risco);</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>7.	Não esperar que os trabalhadores vão agir de forma diferente dos líderes. Se eles veem os lideres tomando decisões imprudentes não se surpreenda quando os trabalhadores tomarem atitudes similares, do tipo “rápido e sujo”, através de atalhos em procedimentos de segurança; supervisores que enganam, mentem e agem de forma grosseira, estão criando as condições para que qualquer um faça o mesmo dentro dos seus limites; não resta dúvida de que criar normas através do medo funciona até um certo tempo, mas apenas por um curto período;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>8.	Você já viu trabalhadores como adversários que você tem que se afastar deles para se proteger? Você já trabalhou com uma mão de obra escassa que está operando sem uma supervisão mínima e sob ameaça de competição feroz? Líderes que transmitem “tome conta de você mesmo” ou algo assim, criam um clima de desengajamento, o pessoal põe um pé atrás; por outro lado, bons líderes vislumbram todos os membros da organização como importantes para a missão institucional e não como inimigos que tem de ser controlados pelo medo.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Se você quiser desenvolver empenho, atenção, criatividade e alto nível de performance trabalhe para desenvolver uma cultura de Sem Medo da Segurança.</strong></p>
<p><em>Tradução: Samuel Gueiros, Med Trab, Coord </em>NRFACIL</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; ">
<p class="MsoNormal">
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		<title>A ESCALA DO APRENDIZADO COGNITIVO PARA O TREINAMENTO EM SST</title>
		<link>http://nrfacil.com.br/blog/?p=1988</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 04:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[

teebranding.com
Uma das responsabilidades profissionais em segurança é entender ao máximo como os adultos aprendem, assim como eles agem acerca dos aspectos técnicos da segurança.
Este artigo, publicado em inglês no site OHS on line, descreve como os princípios de aprendizagem do Dr. Benjamim Bloom podem fazer seu treinamento em segurança ser mais efetivo. Foi autorizada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/treebrandingcom.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1991" title="treebrandingcom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/treebrandingcom.png" alt="treebrandingcom" width="317" height="321" /></a></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: center;">teebranding.com</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Uma das responsabilidades profissionais em segurança é entender ao máximo como os adultos aprendem, assim como eles agem acerca dos aspectos técnicos da segurança.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><em>Este artigo, publicado em inglês no site OHS on line, descreve como os princípios de aprendizagem do Dr. Benjamim Bloom podem fazer seu treinamento em segurança ser mais efetivo. Foi autorizada a publicação da tradução neste Blog.<br />
É um<span style="color: #000000;"> artigo longo, e se você não puder lê-lo todo agora, vá lendo durante a semana e fazendo suas anotações.</span></em></p>
<p>Autor: Shawn Adams (Jun 01, 2010)<br />
C.P.C.U., A.R.M., PHR, trabalha em treinamento e desenvolvimento para um hospital em Marion, Ill., e mora em Harrisburg, Illinois (USA)</p>
<p><em>Tradução livre do artigo no site<br />
http://ohsonline.com/articles/list/ht-construction-safety.aspx</em></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/peabiruscombr.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1993" title="peabiruscombr" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/peabiruscombr-150x150.jpg" alt="peabiruscombr" width="150" height="150" /></a><strong>TREINAMENTO E APRENDIZADO</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O consenso geral daqueles responsáveis pela segurança no trabalho é que os chamados atos inseguros causam a maior parte dos acidentes de trabalho. Assim, considerando que a maior parte dos acidentes é resultado de ações humanas, a batalha decisiva na guerra da segurança é pelas mentes dos trabalhadores.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O treinamento constitui a maior parte das responsabilidades de trabalho dos profissionais da segurança e uma ferramenta importante na mudança das mentalidades e subsequentemente dos comportamentos da força de trabalho.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Como o treinamento é uma parte vital no processo de comunicação para a mudança de comportamento dos trabalhadores, podemos afirmar que uma das responsabilidades profissionais em segurança é entender ao máximo como os adultos aprendem, assim como eles agem acerca dos aspectos técnicos da segurança.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/apep183blogspotcom.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1994" title="apep183blogspotcom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/apep183blogspotcom-150x150.jpg" alt="apep183blogspotcom" width="150" height="150" /></a><strong>UMA ESCALA PARA O APRENDIZADO</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Todo o conhecimento técnico do mundo não serve para nada se nós não pudermos nos comunicar com os trabalhadores e fazer com que eles, assim como os supervisores, valorizem a segurança. Infelizmente, muitos profissionais de segurança, embora bem treinados em aspectos técnicos da área, não estão preparados para fornecer não apenas treinamento, mas otimizar o treinamento. Felizmente, existem teóricos do aprendizado que entendem como multiplicar esta informação. Um desses teóricos é o Dr. Benjamim Bloom. A chamada “Classificação de Bloom” pode ser tornar uma ferramenta valiosa em ajudar como entender a forma como adultos aprendem e assim otimizar seu programa de treinamento.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Geralmente as pessoas responsáveis por treinamento não sabem como os adultos aprendem, inclusive nas próprias universidade. É comum saber-se que existem professores brilhantes mas que não sabem comunicar o conhecimento aos alunos. Conta-se que um Juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos declarou em uma decisão que não sabia como definir pornografia mas saberia o que era quando visse. Infelizmente, muitos técnicos de segurança estão na mesma situação, eles não sabem o que faz um bom treinamento mas sabem identificá-lo quando eles o virem, embora não entendendo como chegar ali quando forem responsáveis pela instrução.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong><br />
<strong>NÃO ADIANTA SÓ FALAR</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Algumas pessoas acham que ensinar é só falar e isso pode não ser muito difícil. Infelizmente, isto é mais ou menos como pessoas que acreditam que segurança não é uma disciplina de fato, afinal, segurança é justamente o “bom senso”. Talvez ensinar é só falar, mas um ensino efetivo é alguma coisa como uma arte, assim como praticar segurança.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/iae-pediaorg.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1995" title="iae-pediaorg" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/iae-pediaorg-300x138.jpg" alt="iae-pediaorg" width="300" height="138" /></a></p>
<p style="text-align: center; "><strong>A CLASSIFICAÇÃO DO PROF. BLOOM</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Uma das teorias chaves em aprendizado do adulto é atribuído ao Dr. Bloom (1956). Ele desenvolveu um sistema para o aprendizado do adulto, chamado de Classificação de Bloom. Entender esta classificação irá ajudar os profissionais de segurança em treinamento na compreensão de como adultos aprendem e, como resultado, entender melhor como se tornarem bons treinadores ou professores.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p><strong><em>Bloom explica que o aprendizado divide-se em 3 diferentes domínios:</em></strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>1. o o primeiro é o aprendizado psicomotor; este tipo de aprendizado significa “ação e movimento”; um exemplo deste tipo de aprendizado é encontrado em jardins de infancia, quando crianças atravessam uma corda suspensa para ajudá-los a desenvolver coordenação. Outro exemplo – crianças nadando no chão sob um cobertor, brincando de simular uma fuga; um exemplo em adultos pode ser visto em um treinamento de emergencia, quando os trabalhadores são treinados para utilizar um determinado EPI quando soa um alarme. O conceito de ver uma ação e praticar uma ação e depois executar a ação sob os olhos de um instrutor é uma parte importante do aprendizado psicomotor;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>2. Um outro tipo de aprendizagem é o aprendizado afetivo. Aprendizado afetivo envolve os valores e atitudes dos trabalhadores; um exemplo na infancia é quando o professor trabalha com as crianças como respeitar os outros e não interromper as pessoas; um excelente exemplo adulto em segurança é como, em uma empresa como um avançada cultura de segurança, os trabalhadores não usam EPI apenas no trabalho – eles o utilizam também fora do trabalho, inclusive em trabalhos domésticos.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify; "><strong>3. O terceiro nível da Classificação de Bloom é o aprendizado cognitivo. Este tipo de aprendizado envolve fatos, regras, princípios e procedimentos. Aprendizado cognitivo ocorre em escolas de ensino fundamental, de ensino médio e tambem no trabalho. Este tipo de aprendizado cognitivo desdobra-se em seis etapas progressivas. À medida que o aprendizado progride, um alto nível de aprendizado vai ocorrendo. Vamos observar que o propósito do seu treinamento deve ser conseguir que o aprendizado suba de nível o mais alto possível a fim de maximizar o treinamento e, consequentemente, a efetividade da segurança.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: center; "><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/iupuiedu.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1998" title="iupuiedu" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/iupuiedu-300x225.gif" alt="iupuiedu" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center; "><strong>NIVEIS DE APRENDIZAGEM COGNITIVA</strong></p>
<p style="text-align: center; "><strong>CONHECIMENTO – COMPREENSÃO – APLICAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O primeiro nível no aprendizado cognitivo de Bloom é CONHECIMENTO. Isto consiste no mais básico e envolve simplesmente conhecer. Saber como colocar um rótulo em um container de um produto químico, saber como ligar ou desligar um dispositivo, são alguns exemplos. Conhecimento é tarefa básica e requer que  o trabalhador veja a tarefa, pratique a tarefa e em seguida realize a tarefa com a ajuda do treinador. É aqui que muitos programas de treinamento falham, porque muitos gerentes e supervisores não entendem que as pessoas tem vontade própria. Simplesmente colocar o problema e apenas dizer aos trabalhadores dando-lhes a informação básica é algo certamente próximo da mediocridade, se não uma absoluta falha.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Um bom treinamento para adultos requer que o supervisor não apenas saiba o que, mas porque. Pense nisso. Você como indivíduo faz melhor quando simplesmente sabe “o que” ou você entende melhor quando sabe “porque”?</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Observe que crianças são simplesmente ensinadas sobre “o que” e, por respeitar os adultos, eles concordam com o “o que”. Quando eles crescem, eles querem saber “porque”. A criança que se torna adulta quer saber porque ela tem que fazer algo e porque é importante.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Será que o sistema de treinamento de sua empresa trata seus trabalhadores como crianças, esperando que eles simplesmente façam o que foi dito e para essencialmente calar a boca sobre aquilo?</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Ou seja, será que a sua empresa espera que a mesma pessoa exerça um julgamento como um adulto quando ela é admitida?</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">E<strong>nquanto um trabalhador mais jovem poderá abertamente desafiar este tipo de aprendizado, os adultos, por sua vez, irão interpretar que esse comportamento rebelde irá levar a consequencias negativas no trabalho. Ou seja, eles simplesmente vão fazer o que eles foram mandados mas somente enquanto alguem estiver olhando. A empresa que fica na posição de esperar para ensinar a adultos como crianças e esperar que o tempo passe para que eles exerçam independencia no trabalho é ignorar complementamente a natureza humana e ao fazer assim estão criando uma situação de risco.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>COMPREENSÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>O aprendizado adulto necessita caminhar na direção da COMPREENSÃO, o segundo nível do aprendizado cognitivo de Bloom.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Ficar atento à lógica de que adultos <span style="text-decoration: underline;">devem entender porque eles estão fazendo alguma coisa</span></strong><strong> – isto é o menor nível que o seu programa de treinamento deve partir na direção do aprendizado cognitivo.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Mesmo assim, este nível de aprendizagem, simplesmente sabendo “o que” e “porque” irá produzir ainda resultados medíocres. Isto ocorre porque, em nosso mundo complexo, trabalhadores geralmente tem de fazer decisões independentes e exercer julgamento.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>APLICAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>O próximo nível é a APLICAÇÃO. Melhor do que apenas fazer uma tarefa (<span style="text-decoration: underline;">conhecimento</span></strong><strong>) e entendê-la (<span style="text-decoration: underline;">compreensão</span></strong><strong>), aplicação requer que o treinador esteja apto a aplicar o conhecimento em diferentes situações. Enquanto CONHECIMENTO requer que o treinador veja uma tarefa resolvida, em seguida praticar e executar a tarefa, APLICAÇÃO do aprendizado requer que o treinador aplique o conhecimento em circunstancias que podem ser diferentes da maneira como a tarefa foi aprendida.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Um exemplo simples que a média dos trabalhadores pode entender é sobre saída de emergencia. Ocorre quando o trabalhador é ensinado a sair por uma porta específica durante uma emergência (conhecimento) e sabe que ele pode morrer se ele falhar em sair quando o alarme soar (compreensão). A aplicação requer que o trabalhador, sem treinamento posterior, possa ir para uma outra porta que deve ser a primeira porta a ser trancada. Saída de emergencia é uma aplicação simples mas ela é a etapa que separa o simples e médio treinamento para um treinamento padrão. Certamente, a média de trabalhadores terá o bom senso de utilizar corretamente a primeira saída de emergência a ser fechada. Entretanto, será que o trabalhador médio saberá o que fazer em um cenário mais complexo, como acabar entrando em um espaço confinado potencialmente perigoso, que pode abrigar uma variedade de diferentes riscos?</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong><br />
<strong>ANALISE</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O próximo passo no processo de aprendizagem cognitiva é ANÁLISE, no qual o treinador pode separar uma parte do sistema de outro com o objetivo de observar padrões e diagnosticar problemas potenciais.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Por exemplo, um trabalhador da manutenção é treinado em desligar uma máquina e sabe que se falhar em fechar o sistema, pode resultar em que alguem ligue a máquina sem saber que o sistema fechou (compreensão). Digamos que a chave do trabalhador se perdeu, e assim ele terá que pegar outra (aplicação). Entretanto, análise requer que o trabalhador analise a situação vá uma etapa adiante, observando padrões.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Quando o trabalhador analisa a situação ele se dá conta de que outro botão de desligamento pode não ser seguro, entendendo que a chave pode ser outra; isto pode resultar em que, estando a chave sendo desligada, embora ele tenha fechado o sistema, alguem pode ainda continuar em situação de risco.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Enquanto um trabalhador com conhecimento não sabe, um trabalhador com compreensão sabe, mas apenas aquilo relacionado à situação específica, não a situação como um todo. Um trabalhador com aplicação não sabe sobre a situação como um todo, enquanto um trabalhador com análise irá ver toda a situação de risco. Neste ponto o trabalhador pode começar a agir como um adulto em relação à segurança; ele não precisa de um profissional de segurança ou supervisor para servir de “babá” para ele a cada minuto, mas pode começar tomando iniciativa e adotar decisões com responsabilidade para a sua própria segurança.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>O trabalhador ainda precisa de profissionais de segurança para ajudá-lo em análises de risco mais avançadas, lado a lado com informações atualizadas sobre causas de acidentes e prevenção, assim como desenvolvimento em saúde ocupacional.</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>SÍNTESE</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>A Quinta etapa neste processo é SINTESE. Neste nível, o trabalhador estará apto a desdobrar todo o sistema em partes individuais e reconstuir o sistema para formar um ainda melhor. É neste nivel onde trabalhadores podem ser indispensáveis em ajudar a desenvolver um sistema de segurança.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Por exemplo, é seguro afirmar que a média dos profissionais de segurança não tem conhecimento que a média de eletricitários tem. O eletricitário tem o conhecimento técnico,  embora possivelmente falte a ele o conhecimento de segurança para fazer o sistema trabalhar dentro do padrão. O profissional de segurança tem o conhecimento geral mas falta-lhe informações acerca de detalhes técnicos que o eletricitário tem dos aspectos operacionais do dia a dia. Entretanto, quanto você coloca as habilidades do eletricitário e de um profissional de segurança juntos, e quando eles podem se comunicar um com o outro, uma grande sinergia ocorre, onde o total das partes é bem maior que os elementos individuais. </strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Quando isto ocorre, o programa de segurança evolue para um nível mais avançado assim como o profissional de segurança está apto a lidar com problemas de segurança que ele jamais havia pensado antes, na ausencia das informações trazidas por um eletricitário treinado. Entretanto, isto é o papel do supervisor de segurança, não do eletricista, fazer com que a sinergia ocorra através da linguagem do eletricitário.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>AVALIAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>A etapa final da Classificação de Bloom é avaliação. Quando o trabalhador atinge este estágio, ele estará apto a julgar a efetividade do programa no ambiente do dia-a-dia, incluindo emergências. Estará tambem apto a se tornar um grande recurso para a segurança  que poderá auxiliá-lo como um parceiro a fim de verificar como um programa de segurança pode interagir um com o outro. O conflito entre o fechamento de portas para a segurança de um prédio e a abertura delas para uma saída de emergência serve como um bom exemplo.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/1bpblogspotcom.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2006" title="1bpblogspotcom" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/1bpblogspotcom-213x300.jpg" alt="1bpblogspotcom" width="213" height="300" /></a>1.bp.blogspot.com</p>
<p style="text-align: center; "><strong>ATINGINDO O NÍVEL DE EXCELÊNCIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>O valor da Classificação de Bloom do domínio cognitivo para o seu sistema de segurança é melhor entendido quando associado ao entendimento sobre o significado do domínio afetivo. Existem 4 níveis do domínio afetivo que influencia valores: O primeiro é <span style="text-decoration: underline;">atenção.</span> Neste estágio, o trabalhador simplesmente sabe o valor de uma ação, como por exemplo trabalhar com segurança, mas não necessariamente vai seguir este princípio. Em contraste com o primeiro exemplo, o segundo nível é <span style="text-decoration: underline;">reforço</span>. Nesta fase, o trabalhador sabe o valor de uma ação, mas vai segui-lo somente quando houver reforços positivos, como um programa de incentivo ou de mecanismos de reforço negativo, como ser chamado a atenção por violação de regras. Assim, o trabalhador responde a esses reforços, não porque ele acredite que segurança é um valor essencial. O terceiro nível é <span style="text-decoration: underline;">promoção,</span> quando o programa de segurança começa a decolar. Neste fase, o trabalhador acredita em segurança, segue as regras sem estímulos e encoraja os demais a fazer o mesmo. Antes dessa fase ocorrer, o trabalhador deve valorizar a segurança e porisso ele deve entender porque.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>O nível final é </strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>defesa</strong></span><strong>, quando o trabalhador acredita em segurança de forma efetiva, ele não vai apenas atuar com segurança sem qualquer motivação ou punição e não apenas vai encorajar outros para seguir os procedimentos de segurança, mas tambem irá ativamente defender o conceito geral de segurança ou um programa específico quando diante de críticas. Profissionais de segurança devem estar na fase de “defesa” em seu dia-a-dia.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Um exemplo perfeito das duas partes da Classificação de Bloom, a cognitiva e a a afetiva, é ter uma experiencia em segurança com uma sólida formação cultural na área. Por exemplo, fora do trabalho, você usaria EPI quando estivesse fazendo algum trabalho em casa, não apenas por algum reforço, positivo ou negativo, mas porque realmente acredita no valor da segurança? Você usa cinto de segurança porque tem medo do guarda de trânsito ou porque você sabe bem o que pode acontecer se você se envolver em algum acidente e não estiver como o cinto? Você conserva bem um extintor de incêndio? Você ensina a seus filhos essas coisas e encoraja seu esposo ou esposa para fazer o mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><strong>Dr. Bloom nunca reinvindicou que sabia alguma coisa sobre segurança. Entretanto, suas observações em aprendizado do adulto, da maneira como aprendemos e da forma como valorizamos alguma coisa como segurança é uma importante lição nestes tempos em que lutamos para fazer o local de trabalho um lugar mais seguro.</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><em><span style="font-family: mceinline;">Tradução livre: Prof. Samuel Gueiros, Med Trab, Coord NRFACIL<br />
(certificação em Inglês para uso acadêmico pela Universidade de Leeds, Inglaterra)<br />
Obs.: passe o mouse para ver o crédito das imagens</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>DIA DO MEIO AMBIENTE (5 JUNHO): O LIXO DOS AGROTÓXICOS NO TRABALHO</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 02:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[15 INSALUBRIDADE]]></category>

		<category><![CDATA[31 RURAL]]></category>

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		<description><![CDATA[turcoluis.blogspot.com/2009/11/impacto-do-agr
AGROTÓXICOS BANIDOS DE OUTROS PAÍSES SÃO UTILIZADOS NO BRASIL
O Brasil já foi campeão mundial de acidentes de trabalho; agora entra para uma lista de campeão mundial do consumo de agrotóxicos, tendo se tornado o principal destino de agrotóxicos banidos de outros países. Neste 5 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente e cada vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/agrotaxico4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1972" title="agrotaxico4" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/agrotaxico4.jpg" alt="agrotaxico4" width="400" height="290" /></a><a href="http://turcoluis.blogspot.com/2009/11/impacto-do-agronegocio-sobre-ambiente-e.html">turcoluis.blogspot.com/2009/11/impacto-do-ag</a>r</p>
<p style="text-align: center; "><strong>AGROTÓXICOS BANIDOS DE OUTROS PAÍSES SÃO UTILIZADOS NO BRASIL</strong></p>
<p><em>O Brasil já foi campeão mundial de acidentes de trabalho; agora entra para uma lista de campeão mundial do consumo de agrotóxicos, tendo se tornado o principal destino de agrotóxicos banidos de outros países. Neste 5 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente e cada vez as interfaces entre o Meio Ambiente e o Trabalho vão se tornando assuntos de interesse global.</em></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>Informações da ONU e confirmadas pela ANVISA e Ministério da Indústria e Comércio alertam que agrotóxicos banidos de outros paises são vendidos e utilizados nas lavouras brasileiras. Pelo menos dez produtos considerados inaceitáveis para o uso na lavoura em países europeus, estão sendo aplicados no Brasil. Mas há pressões para que a situação fique como está. A legislação prevê uma reavaliação desses produtos, etapa indispensável para restringir o uso ou retirá-los do mercado. Uma lista desses produtos foi reavali<span style="color: #000000;">a</span></strong><strong>da em 2008 e apenas 4 produtos foram banidos. Em 2008, nova lista foi lançada, mas pressões políticas e ações na Justiça, além de divergências no próprio Governo, paralisou esse processo. </strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>EM 14 PRODUTOS, SÓ UM SAIU</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>De 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação, só houve uma decisão, a cihexatina, empregada na citrocultura, será banida a partir de 2010. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de S. Paulo. Ou seja, temos mais de 6 meses para que trabalhadores sejam contaminados e sobrecarreguem o sistema de saúde, além dos prejuízos às suas famílias. Como se um risco dessa ordem tivesse ainda prazo para ser utilizado.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>COMISSÃO TRIPARTITE DO AGROTÓXICO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>É incrível que o Ministério do Trabalho não participe dessa Comissão, sabendo-se que os principais prejudicados pelos agrotóxicos são os trabalhadores. A Comissão que avalia os produtos é formada pelo IBAMA, Ministério da Agricultura e Anvisa. Para se ter uma idéia, o endossulfam, associado a problemas endócrinos, dobrou a quantidade de sua importação pelo país e sem dúvida levará ao dobro de problemas na saúde dos trabalhadores. Assim como nas questões do trabalho, da agricultura e do meio ambiente, as comissões tripartites refletem vieses políticos em situações eminentemente técnicas, não importando se suas decisões ou omissões acabem trazendo repercussões negativas irreversíveis à sociedade. Se a Comissão Tripartite do Agrotóxico fosse tão eficiente assim não haveria necessidade de ações judiciais, como as que se iniciaram em S. Paulo por parte do Ministério Público (ver abaixo). </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/agrotoxicos11.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1974" title="agrotoxicos11" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/agrotoxicos11-150x150.jpg" alt="agrotoxicos11" width="150" height="150" /></a> CONSUMINDO LIXO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam&#8221;, resume a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Toxico-Farmacológica da Fundação Osvaldo Cruz, Rosany Bochner. Alguns agrotóxicos proibidos na China, Índia e Paraguai, são </strong><strong><span style="text-decoration: underline;"> consumidos normalmente no Brasil. </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>AGROTÓXICOS E AMIANTO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;Assistimos a fenômeno semelhante com o amianto&#8221;, diz o pesquisador da Fiocruz, Marcelo Firpo. Como esses agrotóxicos não podem ser vendidos em outros países, onde o sistema de saúde é eficiente e age rápido em questões de saúde pública e ocupacional, as empresas multinacionais que vendem esses produtos fazem pressão para vender no Brasil, não importa o custo para a saúde dos trabalhadores e para a saúde dos consumidores. Ou seja, há um custo incalculável em saúde pública e ocupacional e mesmo assim as autoridades responsáveis, como a Comissão Tripartite do Agrotóxicos,  protelam ações indispensáveis para evitar os males dos agrotóxicos.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong></strong></span></p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Sobre o amianto</span>: diversos estudos científicos nacionais e internacionais demonstraram que o amianto, inclusive a crisotila, ou amianto branco, é um inimigo lento e silencioso, capaz de causar doenças com longo período de latência, como a fibrose pulmonar, o câncer de pulmão e o mesotelioma de pleura, causado pela inalação do amianto no meio ambiente.</em></p>
<div style="padding-left: 30px; "></div>
<p><em>Agressivas e incuráveis, essas doenças podem se manifestar até 50 anos após o primeiro contato com o amianto. O material é empregado em mais de 3 mil produtos, como o fibrocimento (típico de telhas e caixas-d’água) pastilhas e lonas para freios. Trata-se de um produto fatal para a saúde humana e já foi abolido em mais de 40 países.</em></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/agrotoxico3.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1975" title="agrotoxico3" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/agrotoxico3-150x150.jpg" alt="agrotoxico3" width="150" height="150" /></a></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>LOBBY PODEROSO PREJUDICA O TRABALHADOR</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>E quem defende a manutenção dessa situação são as empresas e o sindicato de indústrias havendo aparente conivência da ANVISA, que não é transparente nas informações técnicas sobre o problema, segundo pesquisadores da Fiocruz. A situação se mantem inclusive por ações na Justiça movidas pelas empresas de agrotóxicos para a venda dessas  &#8220;bombas químicas&#8221; no Brasil. </strong></span><em>&#8220;O Brasil é o país que mais consome agrotóxicos no mundo. A agricultura promete geração de renda e emprego, mas o que vemos são trabalhadores contaminados, alimento contaminado. É importante avançarmos na negação do atual modelo e incentivarmos uma transição agroecológica. É preciso analisar os custos que essa mudança traz e suas conseqüências para a população&#8221; (Vicente Almeida, da Embrapa).</em></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><strong>AÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>Segundo Jornal O Estado de São Paulo, o Ministério Público entrou com uma ação civil pública para proibir o uso do ENDOSSULFAN no Brasil. O produto, altamente tóxico, já foi banido em 60 paíes e e considerado pela própria ANVISA como nocivo à saúde e mesmo assim continua sendo usado na lavoura. </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>PARECER DECISIVO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;Não há razão para tanta demora na adoção de ações que garantam o fim do uso do produto no País&#8221;, argumenta com precisão o Procurador da República, Carlos Henrique Martins Lima. Entretanto, todos afinal de contas sabem as razões para essa demora, pois há interesses poderosos do agronegócio dos tóxicos envolvendo as culturas de cacau, café, cana-de-açúcar e soja.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong><br />
O ÔNUS DA PROVA - APRENDENDO COM A ARGENTINA<br />
<em>(Eric Nepomuceno - Carta Capital) </em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #000000;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><em>Na Argentina, a Justiça do estado de Santa Fé acaba de tomar uma decisão inédita: determinou, em sentença definitiva, a proibição do uso de glifosato em fumigações agrícolas nas zonas urbanas da cidade de San Jorge. Quase todo o glifosato usado no país é produzido pela Monsanto, maior fabricante mundial de sementes transgênicas e de produtos agroquímicos. </em></p>
<p class="MsoNormal"><em>A sentença da Justiça de Santa Fé trouxe ainda uma novidade significativa: deu ao governo estadual e à Universidade Nacional do Litoral o prazo de seis meses para que se comprove que os agroquímicos (evitou-se o uso de  &#8220;agrotóxicos&#8221;) não são prejudiciais à saúde. Assim, inverteu o ônus da prova: até agora, os afetados (em sua imensa maioria pequenos camponeses de   escassos recursos) é que tinham de provar que seus padecimentos estavam relacionados ao glifosato. Ao passar para os grandes impulsionadores do modelo de agronegócios a obrigação de comprovar que os efeitos do produto químico não são prejudiciais à saúde, sentou as bases para uma nova postura judicial, com maior proteção às eventuais vítimas.</em></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em>Os principais defensores da tese que esses produtos são inócuos são as federações do agronegócio e de produtores rurais, que esgrimem alguns relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização para Agricultura e Alimentação (FAO em inglês). A Justiça do estado argentino de Santa Fé ressaltou, porém, que há anos cientistas de todo o mundo criticam esses relatórios, que não se baseiam em estudos próprios ou independentes, mas nos que foram elaborados pelas empresas produtoras de agroquímicos e sementes geneticamente modificadas.</em></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em>A denúncia que deu origem ao processo partiu de um pequeno grupo de camponeses e moradores da área rural, e teve uma primeira sentença favorável em março do ano passado. De imediato os produtores de soja, a prefeitura local e o governo do Estado recorreram. O recurso foi julgado e teve sentença definitiva: fica proibida a fumigação terrestre a menos de 800 metros de moradias familiares, e a aspersão aérea a 1.500 metros. </em></p>
<p class="MsoNormal"><em>A transformação mais radical está justamente na transferência do ônus da prova. Até agora, os queixosos (indígenas, camponeses, moradores da periferia urbana) tinham que comprovar cientificamente que os agroquímicos prejudicaram sua saúde. Esse, aliás, tem sido o principal ponto de defesa tanto do fabricante dos produtos como das autoridades estaduais, pressionadas pelos grandes conglomerados do agronegócio, em todo o país. </em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Todos afirmam, em uníssono, que as denúncias eram falhas pois, antes de  decidir qualquer tipo de proibição, os queixosos deveriam levar aos tribunais provas incontestáveis de que os efeitos dos produtos agroquímicos sobre a saúde e o meio ambiente são prejudiciais. De nada adiantavam estudos rigorosos e independentes, uma vez que não haviam sido encomendados pelos autores das denúncias levadas aos tribunais.</em></p>
<p class="MsoNormal">
<h5><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">Post: Samuel Gueiros, Med Trab<br />
</span> <span style="font-weight: normal;">veja no seção Destaques do site </span><a href="http://www.nrfacil.com.br"><span style="font-weight: normal;">www.nrfacil.com.br</span></a><em><span style="font-weight: normal;"> (slides sobre agrotóxicos e a saúde)<br />
Sobre mais artigos sobre o assunto, recomendamos:<br />
</span></em></span><a href="http://www.segurancaetrabalho.com.br/t-rural.php">http://www.segurancaetrabalho.com.br/t-rural.php</a></h5>
<p style="text-align: justify; ">creditos imagens:  <a href="http://mundoorgnico.blogspot.com/2009/03/agricultura-e-o-uso-de-agrotoxicos.html">mundoorgnico.blogspot.com/2009/03/agricultura</a></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nrfacil.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=1967</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>MAIS DE 50% DA NOVA NR-34 REPETE NRs ANTERIORES</title>
		<link>http://nrfacil.com.br/blog/?p=1912</link>
		<comments>http://nrfacil.com.br/blog/?p=1912#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 May 2010 02:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[

Uma  das expressões utilizadas para caracterizar vícios de linguagem é  a expressão TAUTOLOGIA. Vejamos o que diz a wikipedia sobre o  assunto:
Tautologia -  Wikipédia, a enciclopédia livre
A tautologia (do grego ταὐτολογία)  é , na retórica,  um termo ou texto que expressa a mesma idéia de formas diferentes.  Como um vício  de linguagem pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--<br />
ul li {margin:0px; padding:0px;}<br />
--></p>
<p><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/janetnc5ad2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1921" title="janetnc5ad2" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/janetnc5ad2.jpg" alt="janetnc5ad2" width="400" height="252" /></a></p>
<p><strong>Uma  das expressões utilizadas para caracterizar vícios de linguagem é  a expressão TAUTOLOGIA. Vejamos o que diz a wikipedia sobre o  assunto:</strong></p>
<h3><em><strong>Tautologia</strong></em> -  Wikipédia, a enciclopédia livre</h3>
<p style="text-align: justify;">A <strong>tautologia</strong> (do grego ταὐτολογία)  é , na retórica,  um termo ou texto que expressa a mesma idéia de formas diferentes.  Como um vício  de linguagem pode  ser considerada um sinônimo de pleonasmo ou redundância.  A origem do termo vem de do grego <em>tautó</em>,  que significa &#8220;o mesmo&#8221;, mais <em>logos</em>,  que significa &#8220;assunto&#8221;. Portanto, tautologia é dizer  sempre a mesma coisa em termos diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em filosofia e  outras áreas das ciências  humanas,  diz-se que um argumento é tautológico quando se explica por ele  próprio, às vezes redundante ou falaciosamente.  Por exemplo, dizer que &#8220;o mar é azul porque reflete a cor do  céu e o céu é azul por causa do mar&#8221; é uma afirmativa  tautológica. Um exemplo de dito popular tautológico é &#8220;tudo o  que é demais sobra&#8221;. Da mesma forma, um sistema é  caracterizado como tautológico quando não apresenta saídas à sua  própria lógica interna, conforme os exemplos: exige-se de um  trabalhador que tenha curso universitário para ser empregado, mas  ele precisa ter um emprego para receber salário e assim custear as  despesas do curso universitário; exige-se de um trabalhador que ele  tenha experiência anterior em outros empregos, mas ele precisa do  primeiro emprego para adquirir experiência.</p>
<h2><a name="Exemplos_na_linguagem"></a> <strong>Exemplos  na linguagem</strong></h2>
<ul>
<li> elo <strong>de  	ligação</strong></li>
<li> certeza <strong>absoluta</strong></li>
<li> quantia <strong>exata</strong></li>
<li> juntamente <strong>com</strong></li>
<li> expressamente <strong>proibido</strong></li>
<li> em <strong>duas m</strong><strong>etades  	iguais</strong></li>
<li> há  	anos <strong>atrás</strong></li>
<li> outra <strong>alternativa</strong></li>
<li> detalhes <strong>minuciosos</strong></li>
<li> anexo <strong>junto</strong> à  	carta</li>
<li> todos <strong>foram  	unânimes</strong></li>
<li> encarar <strong>de  	frente</strong></li>
<li> criação <strong>nova</strong></li>
<li> retornar <strong>de  	novo</strong></li>
<li> surpresa <strong>inesperada</strong></li>
<li> escolha <strong>opcional</strong></li>
<li> planejar <strong>antecipadamente</strong></li>
<li> a <strong>última</strong> versão  	definitiva</li>
</ul>
<h4 style="text-align: center;"><span style="font-family: mceinline;"><strong>A NOVA NR-34 DIGITAL</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0431580.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1935" title="j0431580" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0431580-150x150.png" alt="j0431580" width="150" height="150" /></a>A  equipe do NRFACIL já digitalizou a proposta da nova NR-34 para  consulta pública, o que vai facilitar a nossa análise sobre os  achados tautológicos na sua elaboração.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nosso  objetivo é participar do debate público sobre a nova NR, como já foi feito na  discussão de novas NRs em post anteriores deste Blog.  Por exemplo,  a nossa equipe constatou que aproximadamente mais de 50% do texto da nova  NR-34 constitui praticamente uma repetição do que já foi dito em  NRs publicadas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É bom lembrar que na última edição da Revista  Proteção (www.protecao.com.br) foi publicada uma reportagem dizendo que havia uma movimentação  para a criação de uma NR do setor financeiro, o que foi rechaçado  pela parte patronal da Comissão Tripartite. Os motivos supostamente  apresentados para essa nova NR seriam os riscos  que os trabalhadores correm em relação aos assaltos. Provavelmente  o projeto incluiria um “adicional de periculosidade” para os  trabalhadores na área.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A idéia de se criar uma Norma com esses argumentos dá a impressão de que as NRs estão virando uma espécie de  cartões de “figurinhas” observados em coleções de  adolescentes: cada atividade quer ter a sua NR, ou seja, não se está  atentando para que a NR deveria ter um aspecto essencialmente prático  e objetivo, seja para os técnicos que as implementam, seja para os  auditores fiscais que verificam a sua conformidade. O resultado é  que, ao perder objetividade e contextualização prática, a lei pode  resvalar para o seu descumprimento ou indiferença. E o que é pior: as NRs multiplicam-se repetindo regulamentos anteriores, como se a cada edição de NR se estivesse redigindo tudo de novo, e se tenha esquecido do que já foi regulado.</strong></p>
<p><strong>Selecionamos  alguns itens da NR-34 comparando com outras NRs para que os nossos  leitores avaliem o que é ou não tautológico</strong></p>
<p><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0433793.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1931" title="j0433793" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0433793.png" alt="j0433793" width="180" height="180" /></a>VOLTA  AQUELA POLÊMICA DO PPRA:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Antes  de tudo, logo no início, o primeiro grande problema na nova NR-34 é  o que vinha acontecendo em uma recorrente discussão na NR-9 - como  interpretar a questão da responsabilidade técnica na implementação da norma:</strong></p>
<p><col width="240*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="16*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr bgcolor="#c4e1ff">
<td colspan="2" width="100%" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>34.2  			Responsabilidades</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="6%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.2.1</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Cabe  			ao empregador</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">I.  			indicar formalmente um responsável pela implementação desta  			Norma.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ora,  se já existe o SESMT, porque a NR-34 tem de indicar um responsável  para implementar a Norma? Isso vai de encontro ao próprio espírito  da criação da NR-4 SESMT - veja o item 4.12.d da NR-4:</strong></p>
<p><col width="244*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="12*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="5" width="5%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>4.12.</strong></p>
</td>
<td width="95%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Compete  			aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em  			Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="95%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">a)  			aplicar os conhecimentos de engenharia de segurança e de medicina  			do trabalho ao ambiente de trabalho e a todos os seus componentes,  			inclusive máquinas e equipamentos, de modo a reduzir até  			eliminar os riscos ali existentes à saúde do trabalhador</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="95%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">b)determinar,  			quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do  			risco e este persistir, mesmo reduzido, a utilização, pelo  			trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, de  			acordo com o que determina a NR 6, desde que a concentração, a  			intensidade ou característica do agente assim o exija</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="95%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">c)colaborar,  			quando solicitado, nos projetos e na implantação de novas  			instalações físicas e tecnológicas da empresa, exercendo a  			competência disposta na alínea &#8220;a&#8221;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="95%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left"><strong>d)  			responsabilizar-se tecnicamente, pela orientação quanto ao  			cumprimento do disposto nas NR aplicáveis às atividades  			executadas pela empresa e/ou seus estabelecimentos</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ao  exigir um responsável para implementar a NR-34, cria-se um problema  semelhante ao da NR-9 (PPRA) – quem será este “responsável pela  implementação desta norma”: um Técnico de Segurança? Um  Engenheiro de Segurança? Um Médico? Se o empregador indicar outra  pessoa fora do SESMT, fatalmente acabaria aparecendo conflitos entre  esse “responsável” e o pessoal do SESMT. Essas ambiguidades e dúvidas acabam ensejando uma precarização na gestão de risco e a desqualificação dos técnicos do SESMT. Imagine-se que ocorra um acidente por incompetencia desse suposto &#8220;responsável pela implementação da norma&#8221;. Quem vai ser responsabilizado? a própria empresa poderá ser penalizada pois certamente uma avaliação judicial da questão demonstrará que houve desconsideração de norma técnica (NR-4).</strong></p>
<p><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/dialogo.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1932" title="dialogue comic strip with silhouettes" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/dialogo-150x150.jpg" alt="dialogue comic strip with silhouettes" width="150" height="150" /></a>REDAÇÕES  CONFLITIVAS</p>
<p style="text-align: justify;">Observem  os exercícios a seguir. Por exemplo, sobre proteção contra  incêndios, verifica-se que provavelmente a NR-23 foi elaborada por  especialistas no assunto, enquanto que os itens consignados sobre o  mesmo problema na NR-34 refletem uma abordagem superficial. Um dos  aspectos mais importantes da NR-23 é o adestramento de pessoas na  prevenção e combate de incêndios, o que não está contemplado na  nova NR-34.</p>
<p><em><strong>A  nova NR-34 sobre proteção contra incêndios:</strong></em></p>
<p><col width="239*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="17*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>34.5.4  			Proteção contra Incêndio</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>4.5.4.1</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Eliminar  			ou manter sob controle possíveis riscos de incêndios.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.4.2</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Instalar  			proteção física adequada contra fogo, respingos, calor,  			fagulhas ou borras, de modo a evitar o contato com materiais  			combustíveis ou inflamáveis, bem como interferir em atividades  			paralelas ou na circulação de pessoas.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.4.3</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Manter  			desimpedido e próximo à área de trabalho sistema de combate a  			incêndio, especificado conforme tipo e quantidade de inflamáveis  			e/ou combustíveis presentes.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" height="12" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.4.4</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Inspecionar  			o local e as áreas adjacentes ao término do trabalho, a fim de  			evitar princípios de incêndio.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>O  que já  foi regulamentado na NR-23 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS:</strong></p>
<p><col width="240*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="16*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>23.1  			DISPOSIÇÕES GERAIS</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="5" width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>23.1.1</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Todas  			as empresas deverão possuir:</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">a)  			proteção contra incêndio;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">b)  			saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço,  			em caso de incêndio;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">c)  			equipamento suficiente para combater o fogo em seu início;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">d)  			pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>E  ainda, de forma mais completa, o que já foi dito na NR-10:</strong></p>
<p><col width="921"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="41"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr bgcolor="#c4e1ff">
<td colspan="2" width="969" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>10.9  			- PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="41" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.9.1</strong></p>
</td>
<td width="921" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left"><strong>As  			áreas onde houver instalações ou equipamentos elétricos devem  			ser dotadas de proteção contra incêndio e explosão, conforme  			dispõe a NR 23 - Proteção Contra Incêndios.</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="41" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.9.2</strong></p>
</td>
<td width="921" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Os  			materiais, peças, dispositivos, equipamentos e sistemas  			destinados à aplicação em instalações elétricas de ambientes  			com atmosferas potencialmente explosivas devem ser avaliados  			quanto à sua conformidade, no âmbito do Sistema Brasileiro de  			Certificação.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="41" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.9.3</strong></p>
</td>
<td width="921" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Os  			processos ou equipamentos susceptíveis de gerar ou acumular  			eletricidade estática devem dispor de proteção específica e  			dispositivos de descarga elétrica.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="41" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.9.4</strong></p>
</td>
<td width="921" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Nas  			instalações elétricas de áreas classificadas ou sujeitas a  			risco acentuado de incêndio ou explosões, devem ser adotados  			dispositivos de proteção, como alarme e seccionamento automático  			para prevenir sobretensões, sobrecorrentes, falhas de isolamento,  			aquecimentos ou outras condições anormais de operação.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="41" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.9.5</strong></p>
</td>
<td width="921" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Os  			serviços em instalações elétricas nas áreas classificadas  			somente poderão ser realizados mediante permissão para o  			trabalho com liberação formalizada, conforme estabelece o item  			10.5 ou supressão do agente de risco que determina a  			classificação da área.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><strong>A  nova NR-34 sobre trabalho em altura.</strong></em></p>
<p><strong>Observe  que definir altura como um desnível constitue um dos mais refinados  exercícios de tautologia:</strong></p>
<p><col width="241*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="15*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>34.6  			Trabalho em Altura</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.6.1</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">C<strong>onsidera-se  			trabalho em altura toda atividade executada em níveis diferentes</strong>,  			onde haja risco de queda capaz de causar lesão ao trabalhador.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>E  na NR-18 sobre trabalho em altura, a redação é inclusive mais  completa, pois adverte sobre a projeção de materiais, inevitável  no trabalho de construção e reparação navais:</strong></p>
<p><col width="238*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="18*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr bgcolor="#c4e1ff">
<td colspan="2" width="100%" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>18.13.  			MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS DE ALTURA</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>18.13.1.</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">É  			obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver <strong>risco de queda de trabalhadores ou de projeção de materiais</strong>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>A  NR-34 sobre equipamentos elétricos</strong></p>
<p><col width="237*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="19*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>34.5.7  			Equipamentos elétricos</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.7.1</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Aterrar  			os equipamentos e seus acessórios a um ponto seguro de  			aterramento.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.7.2</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Instalar  			o equipamento de acordo com as instruções do fabricante.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.7.3</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Usar  			cabos elétricos de bitola adequada às aplicações previstas, e  			com a isolação em perfeito estado.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.7.4</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Manter  			em bom estado, sem partes quebradas ou isolação trincada, os  			terminais de saída, principalmente aquele ligado à peça a ser  			soldada.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.5.7.5</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Assegurar  			que as conexões elétricas estão bem ajustadas, limpas e secas.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>E  na NR-10:</strong></p>
<p><col width="241*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="15*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr bgcolor="#c4e1ff">
<td colspan="2" width="100%" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>10.4  			- SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO, MONTAGEM, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>.4.1</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">As  			instalações elétricas devem ser construídas, montadas,  			operadas, reformadas, ampliadas, reparadas e inspecionadas de  			forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores e dos  			usuários, e serem supervisionadas por profissional autorizado,  			conforme dispõe esta NR.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.4.2</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Nos  			trabalhos e nas atividades referidas devem ser adotadas medidas  			preventivas destinadas ao controle dos riscos adicionais,  			especialmente quanto a altura, confinamento, campos elétricos e  			magnéticos, explosividade, umidade, poeira, fauna e flora e  			outros agravantes, adotando-se a sinalização de segurança.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.4.3</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Nos  			locais de trabalho só podem ser utilizados equipamentos,  			dispositivos e ferramentas elétricas compatíveis com a  			instalação elétrica existente, preservando-se as  			características de proteção, respeitadas as recomendações do  			fabricante e as influências externas.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.4.3.1</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Os  			equipamentos, dispositivos e ferramentas que possuam isolamento  			elétrico devem estar adequados às tensões envolvidas, e serem  			inspecionados e testados de acordo com as regulamentações  			existentes ou recomendações dos fabricantes.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.4.4</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">As  			instalações elétricas devem ser mantidas em condições seguras  			de funcionamento e seus sistemas de proteção devem ser  			inspecionados e controlados periodicamente, de acordo com as  			regulamentações existentes e definições de projetos.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.4.4.1</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Os  			locais de serviços elétricos, compartimentos e invólucros de  			equipamentos e instalações elétricas são exclusivos para essa  			finalidade, sendo expressamente proibido utilizá-los para  			armazenamento ou guarda de quaisquer objetos.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.4.5</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Para  			atividades em instalações elétricas deve ser garantida ao  			trabalhador iluminação adequada e uma posição de trabalho  			segura, de acordo com a NR 17 - Ergonomia, de forma a permitir que  			ele disponha dos membros superiores livres para a realização das  			tarefas.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="6%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>10.4.6</strong></p>
</td>
<td width="94%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Os  			ensaios e testes elétricos laboratoriais e de campo ou  			comissionamento de instalações elétricas devem atender à  			regulamentação estabelecida nos itens 10.6 e 10.7, e somente  			podem ser realizados por trabalhadores que atendam às condições  			de qualificação, habilitação, capacitação e autorização  			estabelecidas nesta NR.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Um  dos exemplos não apenas de tautologia mas de simples repetição:</strong></p>
<p><strong>Na  NR-34:</strong></p>
<p><col width="237*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="19*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>Medidas  			de Ordem Geral</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.11.1</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">O  			dimensionamento dos andaimes, sua estrutura de sustentação e  			fixação deve ser realizado por profissional legalmente  			habilitado.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><strong>Na  NR-18:</strong></em></p>
<p><col width="237*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="19*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr bgcolor="#c4e1ff">
<td colspan="2" width="100%" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>18.15.  			ANDAIMES E PLATAFORMAS DE TRABALHO.</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>18.15.1.</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">O  			dimensionamento dos andaimes, sua estrutura de sustentação e  			fixação, deve ser realizado por profissional legalmente  			habilitado.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0432620.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1933" title="j0432620" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0432620.png" alt="j0432620" width="144" height="144" /></a>ASPECTOS POSITIVOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evitou-se a criação de estruturas clones do SESMT e da CIPA, como uma possível CIPANAV, uma SESTNAV ou uma SIPATNAV.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um outro aspecto positivo é a institucionalização do DDS em uma NR (idéia já consolidada nas próprias empresas).  Seria interessante  que o DDS fosse incorporado ao SESMT ou à CIPA, para aplicação em todas as demais NRs.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E  no meio de tantos exercicios tautológicos, o bom senso que deveria  ter prevalecido em todos os itens da nova NR-34:</strong></p>
<p><col width="236*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="20*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>34.6.6  			Escadas, rampas e passarelas</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="8%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.6.6.1</strong></p>
</td>
<td width="92%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Observar  			os requisitos estabelecidos no item 18.12 da NR-18 quanto às  			escadas, rampas e passarelas.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É  o caso de se perguntar porque em tantos regulamentos não se  recomendou simplesmente observar as Nrs anteriores?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0432601.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1934" title="j0432601" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/j0432601.png" alt="j0432601" width="144" height="144" /></a><strong>Abaixo,  mais regulamentos da NR-34 que deixaremos a cargo do leitor identificar quais NRs estão sendo repetidas (sendo que o próprio leitor poderá procurar na nova NR-34 as repetições que não foram abordadas aqui):</strong></p>
<p><col width="236*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="20*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr bgcolor="#8dbcc8">
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>Espaço  			Confinado</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="8%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.15</strong></p>
</td>
<td width="92%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Instalar  			os quadros de alimentação elétricos fora do espaço confinado,  			com distância mínima de 2,00m (dois metros) de sua entrada.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="8%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.16</strong></p>
</td>
<td width="92%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Manter  			equipamento autônomo de proteção respiratória ou sistema de ar  			mandado disponível e de fácil acesso para situações de  			emergência.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="8%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.17</strong></p>
</td>
<td width="92%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Utilizar  			somente alimentação elétrica em extrabaixa tensão.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="8%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.18</strong></p>
</td>
<td width="92%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Instalar  			a bomba pneumática de pintura (<em>Airless</em>),  			fora do espaço confinado.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><col width="237*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="19*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>Higiene  			e Proteção do Trabalhador</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.19</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Fornecer  			armário individual duplo, de forma que os compartimentos  			estabeleçam, rigorosamente, o isolamento das roupas de uso comum  			e as de trabalho.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.20</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Realizar  			a higienização e substituição da vestimenta de trabalho  			diariamente, na impossibilidade desta, fornecê-la de material  			descartável.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.21</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Assegurar  			a qualidade do ar empregado nos equipamentos de proteção  			respiratória de adução por linha de ar comprimido, conforme  			estabelecido no PPR.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.9.22</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">Instalar,  			próximo ao local da pintura, chuveiro de segurança e lava-olhos  			de emergência.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Para  encerrar essa série, um regulamento realmente curioso da nova NR-34:</strong></p>
<p><col width="237*"></col></p>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="2" width="100%"><col width="19*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%" valign="top" bgcolor="#8dbcc8">
<p align="center"><strong>34.15  			Disposições Finais</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="7%" valign="top" bgcolor="#c4e1ff">
<p align="left"><strong>34.15.1</strong></p>
</td>
<td width="93%" bgcolor="#e6f2ff">
<p align="left">É  			proibido o uso de adorno pessoal na área industrial.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Samuel Gueiros, <em>Med Trab, Coord NRFACIL</em></p>
<p>Imagem no topo:<br />
<a href="http://media.photobucket.com/image/tautologia/LATYPEOFGIRL/sayings%20and%20quotes/janetnc5ad2.jpg">http://media.photobucket.com/image/tautologia/LATYPEOFGIRL/sayings%20and%20quotes/janetnc5ad2.jpg</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SENADORA KÁTIA ABREU DETONA A NR-31</title>
		<link>http://nrfacil.com.br/blog/?p=1846</link>
		<comments>http://nrfacil.com.br/blog/?p=1846#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 15:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[31 RURAL]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nrfacil.com.br/blog/?p=1846</guid>
		<description><![CDATA[
 GRAVES CRÍTICAS À NR-31
 “Em qualquer atividade, cumprir 252 itens é muito difícil; nas fazendas isso é uma exorbitância”


Em entrevista à Revista Veja (ed. 2162) a senadora Kátia Abreu (TO) refere-se à NR-31 de forma crítica, por coincidencia no momento em que o Ministério do Trabalho disponibiliza para consulta pública a redação da nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/senadora1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1855" title="senadora1" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/senadora1-300x201.jpg" alt="senadora1" width="300" height="201" /></a></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"> <span style="color: #888888;"><strong><span style="color: #000000;">GRAVES CRÍTICAS À NR-31</span></strong></span></span></strong></p>
<p><strong><em> “Em qualquer atividade, cumprir 252 itens é muito difícil; nas fazendas isso é uma exorbitância”</em></strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em entrevista à Revista Veja (ed. 2162) a senadora Kátia Abreu (TO) refere-se à NR-31 de forma crítica, por coincidencia no momento em que o Ministério do Trabalho disponibiliza para consulta pública a redação da nova NR-34 que está reproduzida na seção Galeria, deste site (<a href="http://www.nrfacil.com.br">www.nrfacil.com.b</a></strong><strong><a href="http://www.nrfacil.com.br">r</a></strong><strong>). A nova NR-34  aparece neste site já no formato digital, desenvolvido pelos técnicos do NRFACIL (<a href="http://www.nrfacil.com.br/consultapublica/34.html">http://www.nrfacil.com.br/consultapublica/34.html</a>.)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A ENTREVISTA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na entrevista, a senadora Kátia Abreu dispara sobre a NR-31: </strong><strong><em>“regras abusivas e difíceis de ser cumpridas à risca por todos os fazendeiros são as que determinam as dimensões exatas dos beliches, a espessura dos colchões ou a altura das mesas nos refeitórios”. </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agora, imagine-se se a senadora tivesse lido a NR-18 ou a NR-29. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A senadora Kátia Abreu, com a autoridade de presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária, toca no ponto sensivel que há haviamos abordado aqui em posts anteriores (sobre novas NRs): o excesso de detalhes comprometendo o bom senso, típico do legislador brasileiro: achar que a tentativa de cobrir tudo e todos os aspectos do assunto é a única forma de se cumprir a regra. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na Entrevista à Veja, a senadora chega a desafiar os ministros do Governo a </strong><strong><em>“administrar uma fazenda de qualquer tamanho em uma nova fronteira agrícola e aplicar as leis trabalhistas, ambientais e agrárias completas na propriedade”.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E a senadora acrescenta, ainda: <em>“A NR-31 é uma punição à existência em si da propriedade privada no campo”</em></strong><strong>. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pode-se concluir que se o Brasil já é criticado pelo excesso de impostos, vai ficando como o país do excesso de regulamentos.<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EDIÇÃO DE NRs</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De fato, como já havia sido abordado em posts anteriores do nosso Blog, observa-se que na edição das NRs, a despeito de ser uma atividade tripartite e em princípio resultante de uma suposta equipe com todo o bom senso, constatam-se várias inconsistencias: excesso de regulamentos, clones de regulamentos anteriores, repetição, redundância, etc. A nova NR-34 por exemplo, não escapa dessa mesma situação: vários regulamentos repetem o que já foi dito em NRs já publicadas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assim, as NRs incorporam tantos regulamentos que vai ficando difícil cumprir a risca, e mais ainda, vai se tornando complicada até mesmo a sua própria fiscalização. Ou seja, uma tendencia para o fenômeno da &#8220;letra morta&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>REFLEXÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É preciso refletir sobre esses fatos, principalmente diante do posicionamento de uma importante representante da sociedade, como a Senadora Kátia Abreu, e não apenas repetir a cada NR o mesmo modelo: o inchaço e detalhismo de regulamentos, uma clara tendência para se editar  NR para tudo. Não é absurdo se pensar que vai acabar aparecendo uma NR até para o trabalho doméstico - com regras para o tamanho da vassoura e do peso das panelas. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diante de uma manifestação tão grave de uma senadora da República sobre uma NR (31), com <em>&#8220;regras abusivas e difíceis de cumprir</em></strong><strong>&#8221;  seria interessante que se publicasse o resultado dessas consultas públicas sobre as novas NRs e que a Comissão Tripartite fornecesse uma resposta convincente à senadora. E, ainda, saber-se quantas pessoas ou quantas instituições se manifestaram sobre a nova NR e o resultado dessas manifestações do ponto de vista prático.  É possível que em muitos casos, de NRs anteriores, ninguem reclamou e não se disse nada diante de tantas regras, temendo-se possíveis represálias da máquina do governo,  ou até por simples acomodação. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: mceinline;"><strong>DINÂMICA TRIPARTITE</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seria impossível acreditar que esta Comissão Tripartite se comportasse  como tantas outras no serviço público: alguns membros mais esforçados ou que acham que sabem mais, fazem tudo, e todo mundo no final assina concordando, sem se importar com as consequencias. Além disso, vários itens de NRs são modificados por simples Portarias, ao longo do tempo,  sem que esteja evidente uma dinâmica tripartite nesse processo. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E, ainda, se as regras são excessivamente detalhistas para &#8220;proteger o trabalhador&#8221;, como se explica que um simples detalhe (do novo CNAE) reduziu graus de risco (como na indústria madeireira), tornando o trabalhador mais vulnerável em várias atividades?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pode-se refutar esses argumentos e os da senadora Kátia Abreu dizendo-se que é assim mesmo, que tudo é resultado de uma negociação tripartite. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas quando o novo FAP foi lançado (que, a exemplo das NRs, teria sido resultado de acordo tripartite), os empresários contestaram as regras, a FIESP reagiu com força na imprensa e foi reclamar na Justiça. Isto demonstrou que, ao contrário do que se supunha, e do que foi posteriormente publicado na imprensa, os empresários, ou estiveram à margem dessas “negociações tripartites” ou assinaram tudo sem ler nada. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seria interessante que a Senadora Katia Abreu tomasse agora a iniciativa para uma convocação dos membros da Comissão Tripartite das NRs para uma explicação pública sobre os fatos que ela critica e que tem eco em alguns setores da </strong><strong>sociedade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Samuel Gueiros, Med Trab Coord NRFACIL</em></span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nrfacil.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=1846</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>SERIA POSSÍVEL O &#8220;VALE-SEGURANÇA&#8221; NO BRASIL?</title>
		<link>http://nrfacil.com.br/blog/?p=1800</link>
		<comments>http://nrfacil.com.br/blog/?p=1800#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 May 2010 03:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adminstrador</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[05 CIPA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nrfacil.com.br/blog/?p=1800</guid>
		<description><![CDATA[

www.cduacores.net
http://ehstoday.com/safety/news/incentives-behavior-key-effective-program-1113/
Publicação da tradução autorizada por Penton Media Inc.


PROGRAMAS DE INCENTIVOS EM SEGURANÇA NO TRABALHO
Uma forma efetiva de reconhecimento de empregados é usar incentivos para reforçar determinados comportamentos de segurança
Ao ensejo do Dia do Trabalho publicamos artigo do site referido acima com autorização para a sua tradução e inserção neste post. O artigo aborda uma questão muito comum à cultura americana que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><span style="color: #000000;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/1_maio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1818" title="1_maio" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/1_maio.jpg" alt="1_maio" width="400" height="456" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: center; ">www.cduacores.net</p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #1f497d;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-style: normal"><span style="font-weight: normal"><a href="http://ehstoday.com/safety/news/incentives-behavior-key-effective-program-1113/">http://ehstoday.com/safety/news/incentives-behavior-key-effective-program-1113/</a><br />
<span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; "><span style="color: #1f497d;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-style: normal"><span style="font-weight: normal">Publicação da tradução autorizada por <a href="http://ehstoday.com/safety/news/incentives-behavior-key-effective-program-1113/">P</a></span></span></span></span></span><span style="color: #262223;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-style: normal"><span style="font-weight: normal"><a href="http://ehstoday.com/safety/news/incentives-behavior-key-effective-program-1113/">enton Media Inc</a>.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #1f497d;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-style: normal"><span style="font-weight: normal"><span style="color: #000000; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; "><span style="color: #262223;"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-style: normal"><span style="font-weight: normal"><br />
</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: center; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>PROGRAMAS DE INCENTIVOS EM SEGURANÇA NO TRABALHO</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>Uma forma efetiva de reconhecimento de empregados é usar incentivos para reforçar determinados comportamentos de segurança</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><em>Ao ensejo do Dia do Trabalho publicamos artigo do site referido acima com autorização para a sua tradução e inserção neste post. O artigo aborda uma questão muito comum à cultura americana que é a competição e premiação para se atingir objetivos. Trata-se de uma prática que não é muito comum em nosso país. Mas vale a pena estudar a idéia e quem sabe ela possa render resultados por aqui tambem e nós possamos premiar os trabalhadores não apenas neste Dia do Trabalho, mas de forma contínua, através de programas de incentivos. </em></span></span></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/incentivo.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-1819" title="incentivo" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/incentivo.jpeg" alt="incentivo" width="118" height="121" /></a><strong>INCENTIVOS: SERIA O COMPORTAMENTO<br />
A CHAVE PARA UM PROGRAMA EFETIVO</strong><span style="color: #262223;"><span style="font-style: normal"><span style="font-weight: normal"><strong>?</strong></span></span></span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Muitas empresas desenvolvem programas de incentivos à segurança na busca de reconhecer e recompensar empregados por praticas seguras e saudáveis. Embora os programas de incentivos sejam populares eles não são sempre efetivos. Simplesmente recompensar empregados para “trabalhar de forma segura” ou ainda, “não se acidentar” não se constitui uma abordagem adequada sobre a causa de acidentes.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Como poderia supostamente um empregado, no mínimo, saber para mudar? Uma abordagem mais efetiva poderia ser a promoção de incentivos baseados em comportamentos bem definidos. Motivação, reconhecimento e recompensa daqueles comportamentos poderia render os resultados desejados em segurança no trabalho. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Muitos programas de incentivo à segurança recompensa trabalhadores por trabalhar com segurança num determinado periodo de tempo. Este projeto está associado com alguns resultados, como por exemplo “trabalhar 1 ano sem se acidentar” ou um objetivo similar. Consequentemente, os empregados iriam trabalhar na direção daquele resultado.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Em caso de estarem motivados por incentivos financeiros ou pressão de companheiros para não prejudicar os registros de segurança da empresa, empregados podem usar qualquer estratégia para atingir o resultado desejado, incluindo evitar emitir CAT (tradução para “injury reports”). Isto pode levar a mais acidentes no futuro. Um empregado pode escolher ignorar um acidente mínimo até ele se tornar tão grave que ele não tenha outra escolha senão emitir uma CAT. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Nessas circunstâncias o número de acidentes de trabalho pode até declinar, mas a gravidade dos acidentes de cada CAT (emitida só para acidentes graves) aumenta e resulta em custos cada vez maiores.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/motivacao1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1842" title="motivacao1" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/motivacao1-150x150.jpg" alt="motivacao1" width="150" height="150" /></a>MOTIVAÇÃO CORRETA</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Por outro lado, se houver um programa de premiação de trabalhadores para o uso de procedimentos e práticas seguras ou participação em atividades de segurança, o comportamento é reconhecido antes de um acidente ocorrer. Isto ajuda a prevenir acidentes. O ponto chave é motivar comportamentos desejados que de forma proativa promova e patrocine segurança na empresa. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Existem várias influencias motivacionais no local de trabalho que tem efeito dramático no comportamento dos empregados e pode no final das contas determinar se um empregado trabalha de uma forma segura ou insegura. Muitos empregados desejam aceitação, respeito próprio e reconhecimento. Essas necessidades podem não ser atendidas, mas o foco principal do empregado é satisfazer essas demandas em primeiro lugar; trabalhar de forma segura poderá ser um foco secundário. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Reconhecimento tem o efeito de motivar comportamentos desejados. Nós fazemos o que fazemos por causa das consequencias. Se um comportamento rende resultados desejados, nós provavelmente iremos repeti-lo. Entretanto, se rende resultados indesejados, nós provavelmente pensaremos duas vezes e evitaremos este comportamento no futuro. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Dessa forma, recompensas devem ser compreensíveis o suficiente para motivar empregados.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>NA HORA CERTA</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">A recompensa deve ocorrer logo após a performance? Se a recompensa vier muito tarde, o trabalhador pode não fazer uma conexão entre o comportamento seguro e a recompensa. Premiando os empregados logo após a performance desejada, isto reforça o comportamento desejado.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>CONSISTENTE E CERTO</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Estarão os empregados convencidos de que eles serão reconhecidos pelo comportamento seguro? Assegure-se de reforçar politicas e procedimentos consistentes e premiar e reconhecer simultaneamente com as diretrizes do programa de incentivo. Se um empregado se sente como se pudesse praticar atos inseguros porque ninguem iria notar, o empregado pode tambem se sentir como se seus comportamentos seguros ou participando de programas não será notado, e afinal de contas não gratificado.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>SIGNIFICADO</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Seria o reconhecimento e premiação considerados significativos e compreensíveis para os empregados? Pergunte aos supervisores o até mesmo aos próprios empregados para a pergunta: O que poderia motivar trabalhadores? Busque a resposta e em seguida faça um esforço para providenciar premiação e reconhecimento que você sabe que o empregado irá se esforçar para conseguir.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>SINCERIDADE</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Seriam os motivos para reconhecimento e gratificação percebidos como sinceros? Geralmente e talvez mais do que nunca no clima da economia atual, trabalhadores são sarcásticos e podem suspeitar do que está por trás de um programa de incentivo à segurança e as chamadas gratificações associadas com isto. Trabalhadores podem sentir que de qualquer forma você está tentando trazê-los para trabalhar duro pelo mesmo salário – com poucos benefícios para ele. Mesmo assim, os benefícios gerais de um programa de incentivos (ou seja, um local de trabalho seguro) deve ser desenvolvido para os empregados.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">E ainda, quando gerentes e supervisores dão o devido reconhecimento a empregados de uma forma sincera, os trabalhadores irão perceber que eles estão atuando com liderança. Consequentemente, isto irá melhorar as relações de trabalho entre empregados e a gerência. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">A parceria é um elemento necessário para um efetivo programa de gerenciamento em segurança e saúde o trabalho.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/recompensa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1832" title="recompensa" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/recompensa-300x187.jpg" alt="recompensa" width="300" height="187" /></a>RECOMPENSAS</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Formas de premiação para comportamentos desejados são muitos e variados, mas geralmente podem ser categorizados como extrinsecos ou intrinsecos. Os primeiros são coisas tangíveis, como bonus, broches, taças, placas, certificados, almoços, etc. Esses prêmios são usados como parte de uma estratégia para desenvolver recompensas intrínsecas ou motivação. Por exemplo, para conseguir que alunos leiam mais, professores e pais geralmente usam um sistema de premiação durante o qual a criança recebe um premio pelo tempo dispendido na leitura. Isto é um reforço positivo para um comportamento desejado. Ao longo do tempo, outros prêmios são oferecidos, mas muitas crianças irão escolher a leitura e acabam tendo prazer nesta atividade (<em>quanto maior o tempo da leitura, maior o prêmio).</em></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-style: normal">A razão para isto é que a premiação é intrinseca, ou seja, premiação intrínseca é interna e intangível. Este tipo de premiação intrínseca representa como nós premiamos nós mesmos. O resultado pode incluir aumento da auto estima, elevação do senso de propósito, alta credibilidade, sentir-se cumprindo a missão, etc.</span></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-style: normal">Seria a premiação em si mesma ou o sentido que está por trás dessa atitude que motiva mais seus empregados? Se eles são como a maioria das pessoas, um sincero “obrigado” oferece uma premiação intrínseca que resulta em real motivação para continuar o comportamento e isso nos faz felizes pois seremos parte de alguma coisa maior que nós mesmos.</span> </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Considere o exemplo de premiar crianças por continuar lendo e pense sobre que comportamentos você gostaria que fosse incrementado no local de trabalho. Será que o uso inicial de uma premiação extrínseca, tangível, levaria eventualmente para uma premiação intrinseca, da mesma maneira? Claro, e isto pode ser conseguido utilizando uma variedade de incentivos.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: center; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><span style="font-family: mceinline;"><strong>FORMAS DE ENGAJAMENTO</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align: center; ">
<p style="text-align: center; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/engajamento1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1827" title="engajamento1" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/engajamento1.jpg" alt="engajamento1" width="380" height="255" /></a></span></span></p>
<p style="text-align: center; "><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: medium; "><strong><span style="font-weight: normal; font-size: medium; "><br />
</span></strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/eviteacidentes.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1841" title="eviteacidentes" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/eviteacidentes-150x150.jpg" alt="eviteacidentes" width="150" height="150" /></a>SLOGANS DE SEGURANÇA</strong> – Reforçar os mesmos tópicos todo o tempo pode tornar a segurança um saco&#8230; Isto facilmente pode levar os empregados a parar de prestar atenção para a sua messagem e ficarem indiferentes. Para fazer segurança uma novidade sempre, motive os empregados a criar novos slogans. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Slogans em segurança são muito populares. As possibilidades são infinitas e geralmente não requer que os empregados tenham conhecimento especial sobre segurança. Slogans em segurança promovem comportamentos proativos encorajando empregados a pensar sobre praticas seguras e meios de prevenir acidentes no ambiente de trabalho. Mesmo que eles não dêem uma idéia, seus empregados vão dispensar  um pouco de tempo extra refletindo sobre a  importancia da segurança.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/pontuaaao1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1837" title="pontuaaao1" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/pontuaaao1-150x150.jpg" alt="pontuaaao1" width="150" height="150" /></a>SISTEMA BASEADO EM PONTOS</strong> – Nesse sistema, a ênfase não está na ocorrência de um acidente. Enquanto isto ainda pode ser um fator importante, o critério básico para atribuir pontos deve ser baseado em um comportamento de segurança proativo.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong> Por exemplo, um empregado pode conseguir um ponto por estar livre de acidentes, 3 pontos por fazer uma sugestão de segurança, 5 pontos por conduzir uma inspeção de segurança, 5 pontos por participar de uma palestra de segurança, etc.</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;">Recompensando empregados por uma ampla variedade de atividades de segurança irá levar você a espalhar pontos por toda a empresa. Isto assegura o engajamento do maior número possível de empregados no programa de gerenciamento de segurança e saúde no trabalho. Nenhuma empresa pode ser bem sucedida nesses programas sem o envolvimento dos empregados.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><br />
</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong><a href="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/premiovaleseguranaa.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-1830" title="premiovaleseguranaa" src="http://nrfacil.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/premiovaleseguranaa-300x216.gif" alt="premiovaleseguranaa" width="300" height="216" /></a>VALE-SEGURANÇA – Os vales de segurança (tradução livre para “safety bucks”) representam uma maneira comum e muito popular nos Estados Unidos de premiar esforços em segurança por parte dos empregados. </strong><em><strong>(Obs. do blog: O vale pode ser descontado em dinheiro ou em objetos comprados em lojas autorizadas. O empregado vai somando pontos, ganha os vales e depois desconta em dinheiro ou em bens; na Internet existem várias empresas prestadoras de serviços que implantam esse sistema a um custo muito baixo para a empresa - isso nos Estados Unidos).</strong></em></span></span></p>
<p style="font-style: normal" align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>Certifique-se entretanto que os vales são concedidos aos empregados para determinados comportamentos de segurança. Caso os supervisores implantem o sistema de vale-segurança eles devem ser dirigidos para premiar alguma coisa muito importante, tipo:</strong></span></span></p>
<table style="page-break-before: always" border="1" cellspacing="3" cellpadding="3" width="100%"><col width="256*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="3" cellpadding="4" width="100%"><col width="128*"></col></p>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody></tbody>
<tbody>
<tr valign="TOP">
<td width="50%">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong> Avisar a um companheiro sobre riscos e comportamento de riscos</strong></span></span></p>
</td>
<td width="50%">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong> Identificar um risco</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="50%">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong> Comunicar imediatamente um acidente</strong></span></span></p>
</td>
<td width="50%">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong> Fazer uma sugestão que previna acidentes</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="font-style: normal" align="JUSTIFY">
<p style="font-style: normal" align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: large;"><strong>Premiando empregados logo após a performance, isto reforça o comportamento de segurança desejado. É essencial focar mais no comportamento que você estiver promovendo mais do que no prêmio em si mesmo. Lembre-se de que você deseja um programa de incentivo e não um programa de prêmios. </strong></span></span></p>
<p style="font-style: normal" align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Jennifer Stoschein</strong> <em>é bacharel em estudos de meio ambiente e biologia e especialista em conformidade legal;<br />
sua área de especialidade inclui programas de incentivo de segurança, auditorias e inspeções.<br />
</em></span></span></p>
<p style="font-style: normal" align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Tradução livre: <strong>Samuel Gueiros,</strong></em><em> Med Trab (Certificação em Inglês para uso acadêmico - University of Leeds, Inglaterra)</em></span></span></p>
<p align="JUSTIFY">
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